Pense Diferente!

Apple Specialist

Archive for May, 2009

Posted by giordano on May 29, 2009

Google Wave, um agregador que junta mídias sociais e muito mais

O Google Wave é uma ferramenta criada para revolucionar a forma com a qual nos comunicamos e trabalhamos em colaboração com outros usuários. Ele funciona como um serviço de mensagens instantâneas que se conecta ao seu Facebook ou Twitter, só para dar dois exemplos de ferramentas de mídias sociais, e também permite que você acrescente outros tipos de conteúdo.

Um Wave é um espaço compartilhado onde dois ou mais usuários podem não apenas conversar, mas também trocar fotos, vídeos, mapas e documentos. Você pode arrastar e soltar qualquer informação de qualquer site da web, assim como qualquer arquivo do seu computador. Também é possível convidar seus amigos para compromissos e jogar jogos, e o melhor de tudo é que você pode rever todas as suas conversações sempre que quiser. Um Wave pode rodar em um browser ou pode ser integrado ao seu site ou blog. Você também pode ter o seu próprio servidor Wave, saiba mais no site do Wave Protocol.

O serviço funciona com extensões que o usuário pode instalar de uma maneira simples, assim como acontece com as extensões do Firefox. O Google também lançou hoje a API do Google Wave, para quem está interessado em criar suas próprias extensões e integrar um Wave ao seu site.

O Google Wave foi apresentado hoje no Google I/O em São Francisco, Califórnia, e já está sendo testado por alguns desenvolvedores.

Assista o video

Posted by giordano on May 29, 2009

Apple é a mais inovadora no ranking da BusinessWeek

A revista BusinessWeek divulgou seu ranking The 50 Most Innovative Companies, lista que reúne as empresas que se destacaram como inovadoras em diversos aspectos, a saber: produtos, experiência para o cliente — relação do produto ou empresa com e para o cliente —, modelo de negócios e processos. O ranking é construído a partir de uma pesquisa feita com executivos-sênior em todo o mundo.

Campus da Apple, em Cupertino/CA, EUA

Campus da Apple, em Cupertino/CA, EUA

Não é surpresa para os applemaníacos que o primeiro lugar seja ocupado pela Apple, e pela segunda vez seguida. A medalha de prata ficou com a Google (26% destacam a experiência para o cliente) e a Toyota ficou com o terceiro posto (35% destacam seus processos).

Dentre os entrevistados, 47% justificam seu voto na empresa de Cupertino por ela apresentar inovação em seus produtos. Considerando somente este aspecto, a Apple ocupa o terceiro lugar, atrás da canadense Research in Motion, criadora do BlackBerry (com 53%), e da japonesa Nintendo (com 48%).

No ranking por experiência para o cliente, a Walt Disney (21o. lugar no geral), as lojas Target (49o. geral) e a rede de fast-food McDonald’s (19o. geral) ocupam as três primeiras posições. No modelo de negócios, a Arcellormittal (35o. geral), a Telefónica (28o. geral) e o Banco Santander (42o. geral) foram os três mais destacados, sendo que estas empresas estrearam no ranking em 2009. A JP Morgan Chase (47o. geral), a Wal-Mart (10o. geral) e a Exxon Mobil (37o.) ocuparam o pódio no aspecto “processos”.

Posted by giordano on May 28, 2009

Mac, 25 anos: como tudo começou

Em 1977, a Apple fez barulho ao lançar o Apple II, um dos primeiros computadores pessoais do mundo. Entre seu anúncio e a introdução ao mundo do IBM PC, em 1981, a Apple dominou a indústria da computação pessoal.

>>>Conheça o Apple II e outros projetos da Apple
>>>Veja anúncios históricos da Apple
>>>Quatro ícones do Mac

Entretanto, logo que o Apple II chegou ao mercado, a companhia começou a planejar sucessores para seu produto principal, temendo que o Apple II tivesse um tempo de vida limitado (o que não foi real, já que variantes do Apple II original venderam bem por mais de 15 anos). O resultado mais duradouro dessa inovação foi o Macintosh, que celebra 25 anos no dia 24 de janeiro.

O curso de eventos que levou o Mac a ser como o conhecemos hoje foi o resultado combinado de sorte, coincidências e também de planejamento. Mas tudo começou com o desejo dos executivos da Apple em criar um computador de próxima geração que continuasse o sucesso do Apple II.

Apple III
Uma jornada pós-Apple II tinha como parada obrigatória o Apple III. Concebido como uma máquina corporativa, ele era compatível com hardware e software anteriores, mas rodava software criado especificamente para o Apple III.

O Apple III foi, no fim das contas, um fracasso. Com problemas de design – incluindo um de superaquecimento, graças à insistência de Steve Jobs em vender uma máquina sem ventilador interno -  e um hardware que não ia muito além do que o Apple II, mais barato, já oferecia, o Apple III foi removido da linha de produção depois de custar 60 milhões de dólares à Apple (a maioria disso em suporte técnico).

Lisa
Já em uma nova geração e ainda com foco corporativo, o Apple Lisa foi o seguinte da lista. Suas especificações originais eram básicas, com uma etiqueta de preço de 2.000 dólares. Não deveria trazer recursos inovadores, mas acabou sendo o primeiro produto da Apple a trazer uma interface gráfica, similar àquela que estaria no Mac no ano seguinte.

Durante o desenvolvimento inicial do Lisa, Jobs e diversos engenheiros da Apple fizeram duas visitas ao Xerox Palo Alto Research Center (PARC), um centro de pesquisas da Xerox para criação de novas tecnologias. Itens como Ethernet, programação orientada a objetos e sistemas operacionais com interfaces gráficas operadas por mouse vieram do PARC. Mais preocupada com o negócio de copiadores do que com a revolução dos computadores, a Xerox deixou escapar muitas dessas tecnologias, basicamente porque seus executivos não conseguiam entender como transformar o resultado das pesquisas em produtos para vender.

Em 1979, as visitas de Jobs ao PARC permitiram à Xerox investir na Apple antes da sua abertura de capital em bolsa. Depois de ver os exemplos de inúmeras tecnologias modernas de computação, a Apple decidiu que muitas delas poderiam ser usadas no Lisa. Os engenheiros da Apple, então, começaram a fazer engenharia reversa e ampliaram diversos recursos vistos no PARC.

O resultado foi um computador que ficou longe dos planos originais. Quando o Lisa foi lançado, incluía um monitor integrado, teclado e mouse de um botão. O sistema operacional do Lisa tinha uma interface gráfica que respondia aos comandos do mouse, mas inúmeras outras inovações se tornariam padrão no Mac OS X, Windows e outros sistemas operacionais modernos: arquivos representados por ícones, menus que se expandem a partir do topo da tela e funcionalidade de arrastar e soltar. Foi uma máquina pioneira também ao trazer o QuickDraw, tecnologia para desenho na tela.

O Lisa era vendido também com um pacote de aplicativos de produtividade que incluíam planilhas, desenhos, processador de textos, gerenciador de projetos e programas de emulação de terminal, além de um gerenciador de arquivos. Isso foi uma inclusão importante, já que o Lisa era incompatível com qualquer outro software no mercado (até mesmo o do Mac, quando foi lançado).

Apesar de pioneiro em diversas tecnologias, o Lisa não foi um grande sucesso, graças ao seu alto preço (9.995 dólares), sua incompatibilidade com outros sistemas, drives de disquetes problemáticos e rumores de que a Apple preparava um “baby Lisa”.

A Apple derrubou o preço do Lisa para 6.995 dólares em 1983, e o Lisa 2 foi lançado em 1984 por 3.495 dólares. Mesmo assim, as vendas do Lisa não decolaram. A Apple posteriormente converteu seu estoque de Lisas para que pudessem funcionar com o Mac OS e vendeu as unidades restantes como Mac XL. Um kit de conversão foi criado para os donos do Lisa. Ao sair de linha, em 1989, a Apple literalmente enterrou o produto em um aterro em Logan, Utah.

O conceito do Mac original
Apesar do fato de que o Mac seria um produto revolucionário, ele teve um começo humilde. Com projetos iniciais em 1979, foi concebido para ser um computador pessoal de baixo custo para o consumidor médio, com preço estimado em torno de 500 dólares. O projeto Mac era mais um produto de pesquisas, sem o perfil elevado de um Apple III ou o Lisa. Jef Raskin, na época diretor de publicações da Apple, foi escolhido para supervisioná-lo.

A natureza obscura do projeto Mac foi um dos fatores para sua mudança radical feita por Steve Jobs. Após a falha do Apple III, o conselho da companhia tinha dúvidas sobre permitir Jobs de cuidar de um novo projeto mais elevado. Quando Jobs pediu para cuidar do projeto Mac, os diretores deram a permissão, sentindo que o projeto desconhecido não seria crítico para a saúde da empresa.

Com Jobs, o Mac foi de um computador barato com interface tradicional de texto para uma versão mais barata do Lisa. Só que, em vez de duplicar o trabalho do Lisa, Jobs queria expandir o Mac sobre os avanços que o Lisa trouxe.

Jobs e sua equipe tomaram a decisão de não fazer um “baby Lisa”, mas tornar o Mac em algo que seria tão avançado como o Apple II foi para a indústria de computação ou mais. Como diz a frase de Jobs, “para botar uma engrenagem no universo”.

As equipes de desenvolvimento do Lisa e do Mac chegaram a trabalhar simultaneamente em tecnologias similares por algum tempo, mas surgiu uma rivalidade entre os dois grupos. A turma do Mac se considerava “pirata”, chegando a colocar uma bandeira na área de trabalho – para se opor ao grupo certinho e corporativo do Lisa. Na corrida pra ver quem lançaria seu produto primeiro, Jobs apostou 5.000 dólares com o gerente de projeto do Lisa, John Couch, que a equipe Mac ganharia. No final, o Lisa foi lançado primeiro, mas o Mac teve muito mais alcance.

A corrida para criar o Mac atingiu um fervor religioso, com Jobs distribuindo camisetas aos engenheiros com a frase “90 HRS/WK AND LOVING IT.” (90 horas por semana e amando isso). Durante o processo, idéias e funcionários eram regularmente vindas de outras áreas da Apple.

Depois de repetidos conflitos e uma discussão final com Jobs, Raskin resolveu deixar a Apple e o Mac para trás. Raskin acabou desenvolvendo algumas idéias originais suas para o Mac em um processador de textos, vendido com o nome de Canon Cat. no final dos anos 80.

Apesar da paixão e do longo tempo de desenvolvimento, o Mac atrasou mais de uma vez, graças à subestimada dificuldade em criar o sistema. Depois de perder uma data em 1982, o presidente do conselho diretivo, Mike Markkula, deu um ultimato a Jobs: “É o último escorregão do Mac”, afirmou.

O que o Mac se tornou
Embora muitas coisas tenham mudado durante a criação do Mac, algumas idéias originais permaneceram. Concebido por Raskin para “as pessoas nas ruas”, o Mac foi feito com simplicidade de uso em mente, sem complicadores como slots de expansão ou cabos. Era uma consideração que acreditava que os usuários não precisariam se preocupar em abrir o computador por qualquer razão.

A ideia inspirou o visual tudo em um do Mac (e sua falta de expansibilidade). Mesmo o conceito de “pessoas nas ruas” virou “o computador para o resto de nós”, E, mesmo com Jobs cuidando do projeto e Raskin tendo deixado a Apple antes do lançamento, Raskin é sempre creditado como o pai do Mac.

De qualquer maneira, o computador lançado pela Apple em 1984 lembrava pouco o conceito original de Raskin para o Mac. Em vez de custar 500 dólares, o primeiro Macintosh foi vendido por 2.495 dólares.

Quando Steve Jobs mostrou o Mac em 24 de janeiro de 1984, foi algo que o mundo nunca tinha visto. O novo computador trazia uma tela brilhante com gráficos e um design monobloco, um mouse e tinha capacidades de sintetizar uma voz.

Trouxe elogios de publicações especializadas e revistas em geral, embora muitos tenham criticado o monitor monocromático, a falta de expansibilidade e a incompatibilidade com software existente.

Insignificante para os padrões modernos, o Mac original trouxe uma tela monocromática de 9”, drive de disquetes de 3,5” (que armazenava 400 KB de dados em cada disco), 128 KB de RAM e um processador Motorola a 68000 de 8 MHz. Veio com o editor de textos MacWrite e a ferramenta de desenho MacPaint. No mesmo ano, a Apple lançou o Mac 512K, com o dobro de RAM no mesmo design.

Só no começo de 1987 que a Apple iria vender Macs com slots de expansão ou com design diferente do original (ainda usado pela linha iMac hoje). O Mac original traz gravadas as assinaturas, dentro do gabinete, de todo membro que ajudou a criá-lo, incluindo Raskin e Jobs.

Nos últimos 25 anos, o Mac cresceu e mudou significantemente. O modelo original deu espaço a dezenas de modelos atualizados nos últimos anos.  De qualquer modo, o Mac ainda se mantém fiel às suas origens, um ícone de como um computador pode ser simples e quanto ele pode fazer.

Fonte: macworldbrasil

Posted by giordano on May 28, 2009

Possíveis novos lançamentos: o que esperar na WWDC09

Há pouco mais de duas semanas da WWDC09, já especula-se o que vem por aí no universo Apple. Entre os produtos em que os disseminadores de boatos apostam suas fichas estão o MacBook Air, iPhone e iPods nano.

No que diz respeito ao MacBook Air, pode ser que finalmente façam algo pelo bichinho que o deixe mais próximo de sua proposta original de ser um notebook “de passeio”, pra carregar por aí e se conectar de qualquer lugar: um modem 3G. Também espera-se uma redução de preços que varie entre 1300 e 1500 dólares. Um desconto considerável, uma vez que o modelo atual mais barato sai pela bagatela de 1799 dólares.

Quanto aos novos iPhones, segundo os boatos (e as fortes evidências, como a imagem aí ao lado), a solução encontrada para os problemas de rachaduras reportados por vários usuários no ano passado foi a substituição por um case plástico mais resistente, com acabamento fosco. O aparelho também virá em três modelos, que estarão disponíveis conforme a cobertura 3G dos países em que serão comercializados, a saber: 3G, Enhanced 3G (3.5G e 3.75G, respectivamente) e uma versão chinesa. Referente ao iPod nano, espera-se que seu novo modelo ganhe uma tela maior e também uma câmera.

A Worldwide Developers Conference 2009, evento lendário onde a Apple invariavelmente lança boa parte de suas novidades, acontecerá entre os dias 8 e 12 de junho.

Posted by giordano on May 28, 2009

Falha de plug-in trava programas no Mac OS X

Com o Mac OS X 10.5 (Leopard), a Apple adicionou um útil recurso de resolução de problemas com a caixa de mensagens de “aplicativo fechado inesperadamente”. Esse tipo de mensagem aparece quando o Mac OS X detecta um erro de plug-in (programa complementar) que esteja trabalhando com alguma aplicação. A mensagem “application nome do aplicativo quit unexpectedly” pode ser comparada a uma menos conhecida: “The problem may have been caused by the nome do programa plug-in”.

No nosso caso, esta mensagem apareceu depois de uma falha no Safari 4 beta. Mas sua aparição não é limitada apenas ao navegador da Apple. Uma busca na Internet revela que a mensagem de erro pode aparecer após falhas do iTunes, Pages, Motion, Final Cut Pro  e muitas outras aplicações.

Veja as características do problema identificado na redação da Macworld: ao tentar abrir e carregar um arquivo de foto para uma página web em Flash do site www.befunky.com, uma mensagem  apareceu várias vezes, informando que “o problema poderia ter sido causado pelo Cocoa Patcher plug-in”. Veja imagem abaixo:

teladeerro

O próximo passo foi procurar por um plug-in suspeito. Infelizmente, pela pesquisa do Spotlight, não obtivemos sucesso. Mesmo depois de várias buscas, nada.

Ao carregar o Console (disponível em Aplicativos/Utilitários), fomos até os arquivos de log e verificamos os relatórios de panes. Lá foi possível notar um problema no Safari. Ao pesquisar mais por Cocoa Patcher, surgiu um problema, indicado na linha de registro ~/Library/PreferencePanes/Default Folder X.prefPane/Contents/Resources/Default Folder X.bundle/Contents/Resources/Cocoa Patcher.bundle/Contents/MacOS/Cocoa Patcher.

O motivo do Spotlight não localizar o plug-in foi o fato de o arquivo estar inserido no pacote Default Folder X . A localização de pacotes normalmente não é incluída nas buscas do Spotlight. Como o Default Folder X modifica as opções de diálogo “Abrir” e “Salvar”, faz sentido que um erro aqui causasse outro problema, quando a tela “Abrir” aparecesse.

O próximo passo era óbvio: desativar Default Folder X (em Preferências do sistema – basta clicar na maçã, que fica no canto esquerdo superior da tela) e tentar acessar o site BeFunky novamente. Resolvido.

Entramos em contato com a St. Clair Software, empresa responsável pelo desenvolvimento do Default Folder, para possíveis explicações. A empresa não tinha conhecimento dessa falha, porém foram oferecidas várias correções e explicações. No final, nenhuma das correções foi necessária. Quando reativamos o Default Folder X, sem fazer qualquer outra mudança, tudo funcionou perfeitamente. E o problema não voltou.

Fonte: MacWord

Posted by giordano on May 22, 2009

15 comandos de Terminal que você não pode se dar ao luxo de não conhecer

Foi-se o tempo em que Mac users viviam livres de linhas de comando. Ou melhor, hoje cada um tem a opção de brincar com elas ou não. Neste último caso, pode-se optar por diversos softwares (pagos e gratuitos) disponíveis no mercado que realizam boa parte das funções, ou simplesmente ignorá-las.

Ocorre que, quando fez a transição do Mac OS 9.x (aka Mac OS Clássico) para o Mac OS X 10.x, a Apple passou a ter um sistema operacional baseado em Unix, que no fundo é todo uma grande linha de comando. Na pasta de utilitários do SO, há um aplicativozinho chamado Terminal que te dá acesso a todo esse mundo de possibilidades assustadoras.

Terminal do Mac OS X

O site britânico TechRadar UK publicou nesta semana um artigo com 15 dicas de comandos indispensáveis que resolvemos reproduzir aqui no MacMagazine para vocês. Antes de mais nada, lembre-se sempre dos comandos básicos clear e exit, que limpam a tela do Terminal ou finalizam os seus processos, respectivamente.

Vamos lá? ;-)

Comandos para você modificar o seu sistema

1. Matar um processo

1.killall [nome do processo]

É um equivalente do “Force Quit” via linha de comando e deve ser usado quando um processo trava ou simplesmente necessita ser reiniciado. É bom observar que os nomes dos mesmos são case-sensitive, isto é, se você quiser matar o Finder, digite killall Finder, e não killall finder (ou coisa semelhante).

2. Mostrar arquivos escondidos

1.defaults write com.apple.finder AppleShowAllFiles true

Quando você está navegando pelo Finder, muitos arquivos e pastas ficam escondidos para evitar que você faça besteira. Se quiser dar uma espiadinha por lá, digite este comando. Depois, recomendamos rodá-lo de novo, trocando true por false.

3. Forçar caixas de diálogo expandidas

1.defaults write -g NSNavPanelExpandedStateForSaveMode -boolean true
2.defaults write -g PMPrintingExpandedStateForPrint -boolean true

Esses comandos forçam caixas de diálogo a abrirem sempre expandidas. Caso você não saiba do que estou falando, experimente apertar Command + P agora no seu navegador, para abrir a janela de impressão. Note um botãozinho de seta, no canto superior direito. É isso que faz as caixas se expandirem ou contraírem.

4. Limpe o seu menu “Open With”

1./System/Library/Frameworks/CoreServices.framework/Versions/A/Frameworks/LaunchServices.framework/Versions/A/Support/lsregister -kill -r -domain local -domain system -domain user

O menu “Open With” (”Abrir Com”) do Finder com o tempo pode ficar bastante bagunçado e cheio de besteira. O comando acima (é uma linha só, hein!) faz uma limpeza por lá e reinicia o seu cache do zero.

Mexendo no Dock

Os comandos abaixo não fazem nada quando executados. Quer dizer, não imediatamente. Você pode digitar e rodar quantos você quiser de uma vez só, mas só verá o efeito deles depois de reiniciar o Dock. Para isso, use a nossa primeira dica deste artigo, com um killall Dock.

5. Torne o Dock 2D

1.defaults write com.apple.dock no-glass -boolean yes

Ótimo para os que estão cansados do Dock tridimensional “reflexivo” que a Apple introduziu no Mac OS X 10.5 Leopard. Esta dica a gente já tinha dado há bastante tempo aqui no MM, mas não custa relembrar.

6. Torne os ícones de apps escondidos transparentes

1.defaults write com.apple.Dock showhidden -boolean yes

Se você costuma usar muito o atalho Command + H para esconder aplicativos (há quem prefira simplesmente minimizá-los pelo ícone amarelo do semáforo), esta é uma boa dica para diferenciá-los no Dock.

7. Ícones de aplicativos abrindo automaticamente

1.defaults write com.apple.dock enable-spring-load-actions-on-all-items -boolean yes

As Stacks do Dock já funcionam desta forma, os ícones comuns não. Em inglês, chamamos de spring-loaded; em português, basta dizer que ao arrastar alguma coisa pra cima de um ícone ele o abrirá automaticamente, tal como quando movemos arquivos e pastas pelo Finder.

8. Ligue os destaques em Stacks

1.defaults write com.apple.dock mouse-over-hilte-stack -boolean yes

Quando você navega por Stacks com o teclado, um destaque (brilho) aparece por trás dos ícones. Com o comando acima ativado, o mesmo destaque aparecerá quando você usar o mouse.

9. Crie uma Stack com itens recentes

1.defaults write com.apple.dock persistent-others -array-add '{ "tile-data" = { "list-type" = 1; }; "tile-type" = "recents-tile"; }'

Mais uma vez, o comando acima é de uma linha, apenas. Ao reiniciar o Dock, você verá uma nova Stack ao lado do Lixo com seus aplicativos, documentos e servidores usados/carregados recentemente.

Comandos específicos para o Dashboard

Há quem deteste o Dashboard e nunca nem sequer o abra. Outros, porém, são totalmente o oposto: querem que seus widgets continuem visíveis mesmo com o Dashboard fechado. Mais uma vez, saiba que os comandos abaixo só funcionarão depois de o Dock ser reiniciado com um killall Dock — sim, o Dashboard é uma parte do seu processo.

10. Desabilite o Dashboard

1.defaults write com.apple.dashboard mcx-disabled -boolean yes

Suma com ele de sua frente. ;-) Como sempre, se o quiser de volta, troque yes por no.

11. Arraste widgets para o Desktop

1.defaults write com.apple.dashboard devmode yes

O comando acima ativa o modo developer do Dashboard. Uma vez feito isso, se você clicar e segurar um widget enquanto fecha o Dashboard, ele permanecerá ativo e disponível pelo sistema, flutuando sobre outras janelas. Se isso te interessa demais, conheça o Amnesty Singles, programa que transforma widgets em aplicativos independentes.

Melhores capturas de tela

12. Mude o formato de captura das imagens

1.defaults write com.apple.screencapture type jpg

O Mac OS X suporta mais dois formatos de screenshots, além do padrão png. Experimente trocá-lo para jpg ou tiff e veja qual mais lhe agrada. É preciso se deslogar e reiniciar a sessão do usuário para que este comando surta efeito.

13. Altere a localização dos arquivos salvos

1.defaults write com.apple.screencapture location [caminho]

Onde indicamos [caminho], não se preocupe em digitá-lo manualmente. ;-) Após location, deixe um espaço em branco no comando e arraste a pasta desejada do Finder para a janela do Terminal. Originalmente, o sistema salva as screenshots em ~/Desktop/, mas você pode querer armazená-las em ~/Pictures/, por exemplo.

Deixe o seu Mac mais divertido!

14. Faça o seu Mac falar

1.say [palavra/frase]

Este já é um velho conhecido de leitores do MM: confira nossos posts sobre como colocar o Mac para falar e até para cantar. Não digo horas, mas alguns minutos de diversão garantida, você terá.

Fonte : MacMagazine

Posted by giordano on May 19, 2009

Teste: Safari 4 é o navegador mais rápido e Internet Explorer, o mais lento

Teste Peacekeeper realizado com milhares de visitantes de site dá ao Safari 4 a coroa de navegador mais rápido a desempenhar funções JavaScript.

“Gostamos de medir e comparar coisas, por isso nosso serviço Peacekeeper foi preparado para medir o desempenho de um navegador com JavaScript. Isso é importante, pois muitos websites dinâmicos modernos fazem extensivo uso do JavaScript para prover navegação, formulários e outros recursos. Trocar o navegador para um com resultado elevado no teste Peacekeeper pode fazer de tais sites mais rápidos e de resposta mais ágil”, diz o Futuremark.com.

Qual navegador é o mais veloz? Para responder essa pergunta, o Futuremark.com exibe a tabela abaixo, compilada com os resultados de milhares de testes feitos pelos visitantes do site em seus próprios navegadores de preferência. “Os dados são atualizados à medida que novos resultados chegam. A tabela abaixo mostra como os cinco grandes navegadores se saíram no Peacekeeper. Para cada navegador, mostramos os resultados da versão atual e do último beta. Muita gente se dará melhor usando a versão estável, mas sempre há quem, como nós, prefira ter o que há de mais recente de tudo”.

Mais detalhes e link para rodar o teste de 5 minutos em seu navegador no artigo completo do Futuremark.com.

Fonte : Apple Mania

Posted by giordano on May 18, 2009

MacBook AIR R$3.500,00

Segue a configuração:

O MacBook Air Intel® Core 2 Duo, 2GB, HD 80GB, Tela Widescreen de 13.3″ e Câmera Integrada – Apple  é tão fino e leve que você poderá levá-lo para qualquer lugar, sem precisar carregar peso extra. Além de ser extremamente compacto, o MacBook Air possui uma grande tela wide, teclado ilumidado de tamanho padrão, câmera integrada, Wi-Fi e um poderoso processador Intel tudo por um preço inacreditável. Com o teclado tamanho padrão e ilumidado e o multi-touch trackpad, que lhe permite aumentar, girar e passar, você faz todo o seu trabalho rapidamente.

Profissionais em trânsito que sempre viajam a trabalho ou passam boa parte de seu tempo entre reuniões.
Estudantes de alto nível que buscam um computador leve e prático para atividades educacionais.
Usuários de desktop que querem um notebook voltado para mobilidade.

Processador do Macbook:
- Intel® Core™ 2 Duo
- Clock: 1.6 GHz

Memória:
- 2GB
- Tipo: DDR2 667 MHz

HD:
- 80GB
- Tipo: ATA
- Velocidade: 4200 rpm

Tela:
- Tipo: TFT 13,3 pol. Widescreen
- Resolução 1280 x 800

Placas:
- Placa de vídeo: Placa gráfica Intel GMA X3100 com 144 MB de DDR2 SDRAM, compartilhada com a memória principal.
- Alto-falante mono integrado e Microfone omnidirecional integrado.

Rede sem fio:
- Tecnologia sem fios Wi-Fi integrada AirPort Extreme (com base na especificação provisória da norma IEEE 802.11n); compatível com IEEE 802.11a/b/g
- Módulo Bluetooth 2.1 + EDR (Enhanced Data Rate) integrado “Remote Disk” para compartilhamento de DVD; Assistente de migração.

Sistema operacional:
Mac OS X Leopard – Sistema Operacional mais avançado do mundo: Não pega virus, compatível com Word, Excel e Power Point (requer software adicional – vendido separadamente).

Tamanho e peso do MacBook:
- Altura 1,94cm
- Largura 32,5cm
- Profundidade 22,7cm
- Peso aproximado: 1,36Kg

Alimentação:
- Bateria fornecendo até 5 horas de uso, Bateria de polímeros de lítio de 37 Watts integrada

Conexões do MacBook Air:
-Saída DVI utilizando adaptador micro-DVI para DVI e VGA(incluído), Saída de vídeo composto utilizando adaptador micro-DVI para vídeo (opcional), Saída S-vídeo utilizando adaptador micro-DVI para vídeo (opcional).
- 1 USB 2.0
- 1 Porta para fone de ouvido

Câmera:
- Câmera iSight integrada

Produto foi aberto e testado.
0km!

Att,

Adriano Lima
Adm. de Redes
+55 11 3147-0672

Posted by giordano on May 15, 2009

Como baixar filmes torrent?

Muitas pessoas me perguntam qual a melhor forma de  baixar filmes na net.

Uso muito o Torrent, pois acho muito rápido e seguro.

Vamos lá!!!

  1. Baixe o programa transmission no Link
  2. Agora o melhor, escolha o filme de sua preferência Aqui
  3. Após baixar o filme agora baixe a legenda no Site
  4. Crie uma pasta e coloque o filme e a legenda, ambos tem que estar com o mesmo nome (mantendo a extensão).
  5. Pronto divirta-se
  6. Outro ponto importante é sempre optar por filmes DVD-RIP que a qualidade é exelente.

Abraços e até o próximo post.

Posted by giordano on May 15, 2009

Baixando música e vídeo para o seu iPod

Algumas pessoas tem dificuldade para importar músicas para o Itunes e sincronizar com o Ipod.

Assista o video aqui: IPOD

Fonte: Apple