Pense Diferente!

Apple Specialist

Archive for November, 2009

Posted by giordano on November 20, 2009

Dicas para comprar seu Mac usado

Sempre que possível, exija a documentação do Mac. Esta é a sua principal garantia de procedência.

Infelizmente, roubos de computadores, principalmente portáteis, atingem a todos – macmaníacos e pecezistas – igualmente.

A principal vantagem do Mac é ter seu número de série sempre acessível (pelo programa Visão Geral do Sistema ou pelo menu Apple > Sobre Este Mac).

Mas em caso de dúvida sobre a procedência do equipamento, fale com o AppleLine (0800-761-0880).

Peça também manuais e todos os equipamentos que vieram com o Mac (cabos, adaptadores etc.). Para quem vende, talvez faça falta, mas para quem compra, pode, depois, significar gasto extra para adquiri-los.

Antes de correr atrás de galinhas mortas, verifique as condições do equipamento. Lembre-se: o que pode ser um pequeno arranhão insignificante para o vendedor pode ser um ferimento gravíssimo para quem está comprando.

Verifique sempre a configuração original e o potencial de expansão do Mac que você quer comprar. Esta pode ser a diferença entre uma máquina que pode render muito ainda e um Mac fadado a virar peça de museu. Um bom lugar para descobrir referências sobre os mais diferentes modelos de Mac é no site http://www.everymac.com . Lá, você encontra tudo organizado, inclusive as oportunidades de upgrade da máquina (total de RAM, HD etc.).

Se você tiver uma assistência técnica de confiança ou programas de verificação, faça uma checagem básica. Softwares como DiskWarrior e Tech Tool Pro servem para verificar se está tudo OK, principalmente o HD, que é uma das peças mais sensíveis. Se for um notebook, pergunte quanto tempo está durando a bateria, já que ela tende a perder vida útil com o passar do tempo. No Visão Geral do Sistema, é possível verificar a quantidade de ciclos de recarga da bateria e seu estado (em porcentagem).

Pesquise bem antes de decidir. Hoje em dia, são muitas possibilidades para encontrar um Mac usado: sites, fóruns de discussão e revendas autorizadas. Procure a melhor relação custo–benefício.

O limite entre o clássico e o velho

Diz o ditado que Macintosh não fica velho, vira clássico. E praticamente todo mundo que comprou um Mac na década passada pegou xodó e teve dificuldade para livrar-se dele, mesmo depois de deixá-lo anos exilado em um guarda-roupa. Alguns modelos têm valor de coleção e podem atingir cotações totalmente alheias à sua funcionalidade. Mas os colecionáveis valiosos são bem mais raros do que você supõe (ou os vendedores no Mercado Livre querem fazer você supor).

Portanto, antes de cair de amores por um Mac velhinho, formule com toda a clareza qual é a sua intenção para com ele. Se for para decorar seu escritório de arquitetura com um exemplo inspirador de design, ótimo. Mas um G3 bege nunca vai rodar o YouTube direito. Não insista! Metade das consultas em fóruns sobre Macs antigos é de gente que não dá o braço a torcer e insiste em obrigar seu pobre Mac a executar tarefas modernas que ele não consegue por concepção. Respeite-o.

Se a ideia é arranjar um Mac que sirva para trabalhar, interprete os sinais: na tabela de preços deste artigo não consta nada que não possa rodar Tiger ou Leopard. Não aposte tudo em um modelo para o qual já não há peças de reposição em estoque, pois você se arrependerá no primeiro pau de HD. Um exemplo de Mac recentemente convertido em clássico é o iMac G4, atraente para coleção devido à sua relativa raridade no Brasil.

Ao negociar um Mac antigo, ou ele virá sem documentação e software em CD, ou virá com tudo original e perfeitamente inútil, devido à existência de versões mais novas dos programas. Prepare-se para dedicar um tempo de estudo às características do equipamento.

No caso de um colecionável raro (Macintosh SE, Quadra 950, Mac TV, 512Ke, Color Classic, Lisa), tenha um cuidado extremo. As partes plásticas ficaram quebradiças e irão rachar e esfarelar facilmente. A máquina não pode ficar exposta à luz do sol. Muitos componentes não têm mais equivalente em Santa Efigênia. Em caso de dúvida, não mexa sem antes buscar informação detalhada.

39-macusado-2PowerBook G4 (Titanium)

Modelo - Média de preço

867 MHz R$ 800 ~ 1 mil

1 GHz R$ 1 mil ~ 1.200

39-macusado-3iMac G5

Modelo (GHz) - Média de preço

1,8 R$ 1 mil ~ 1.400

2,0 R$ 1.200 ~ 1.500


39-macusado-4Power Mac

Modelo (GHz) - Média de preço

1,25 GHz mono R$ 400 900

1,25 GHz dual R$ 500 1.200


39-macusado-5iBook G4

Modelo - Média de preço

1,2 GHz R$ 800 ~ 1.150

1,33 GHz R$ 1.050 ~ 1.200

39-macusado-6MacBook Pro

Modelo - Média de preço

Core Duo 1,83 GHz R$ 1.800 ~ 2.100

Core Duo 2 GHz R$ 2 mil ~ 2.250

Core Duo 2,16 GHz ( 15”) R$ 2.250 ~ 2.500

Core Duo 2,16 GHz (17”) R$ 2.500 ~ 3 mil

Core 2 Duo 2,16 GHz R$ 2.200 ~ 2.600

Core 2 duo 2,33 GHz (15”) R$ 2.800 ~ 3.100

Core 2 Duo 2,33 GHz (17”) R$ 3 mil ~ 3.500

39-macusado-7iMac Intel

Modelo - Média de preço

Core Duo 17” R$ 1.200

Core Duo 20” R$ 1.400

Core 2 Duo 17(branco) R$ 1.200 ~ 1.500

Core 2 Duo 20”(branco) R$ 1.250 ~ 1.750

Core 2 Duo 24”(branco) R$ 2.500 ~ 2.800

Core 2 Duo 20”(alumínio/2007) R$ 2.500 ~ 3 mil

Core 2 Duo 24” (alumínio/2007) R$ 3 mil ~ 4.500

39-macusado-8MacBook

Modelo - Média de preço

Core Duo 1,83 GHz R$ 1 mil ~ 1.350

Core Duo 2 GHz (branco) R$ 1 mil ~ 1.450

Core Duo 2 GHz (preto) R$ 1.450 ~ 1.900

Core 2 Duo 2 GHz (branco) R$ 1.400 ~ 1.800

Core 2 Duo 2 GHz (preto) R$ 1.900 ~ 2.100

Core 2 Duo 2,16 GHz (branco) R$ 1.600 ~ 1.900

Core 2 duo 2,16 GHz (preto) R$ 1.900 ~ 2.200

39-macusado-9Mac mini

Modelo - Média de preço

G4 R$ 450 ~ 650

Core Solo R$ 500 ~ 800

Core Duo R$ 550 ~ 900

Core 2 Duo R$ 950 ~ 1.200

39-macusado-10PowerBook G4 (Aluminium)

Modelo - Média de preço

12” R$ 1.050 ~ 1.600

15” R$ 1.450 ~ 1.800

17” R$ 1.500 ~ 2.200

39-macusado-11Power Mac G5

Modelo Média de preço

Dual R$ 2.500 ~ 5.200

Fonte: Mac +
Posted by giordano on November 20, 2009

Steve Jobs, o CEO da década

steve-jobs

“Jovem fundador leva um ‘pé’ da própria empresa nos anos 80, retorna nos 90, e na próxima década – enquanto sente o bafo da morte duas vezes, passa por um forte escândalo financeiro e refaz sua linha de produtos –, torna-se a personalidade dominante em quatro indústrias diferentes, bilionário várias vezes, e o presidente da empresa mais valiosa do Vale do Silício”. Assim abre Adam Lashinsky, editor da Forbes, que, em sua última edição, acaba de eleger Steve Jobs, fundador e presidente da Apple, o “CEO da década”. Jobs, sugere Lashinsky, é o ser humano mais próximo, em nossa época, de ter o toque de Midas. Nos últimos dez anos, redefiniu, simples e apenasmente, três mercados: o de música, o de filmes e o de celulares (sem contar o impacto em seu mercado de origem, o de computadores). Além de homem de negócios, Jobs é hoje uma celebridade. Alguém que conseguiu levar seu slogan – Think different – ao pé da letra, impondo um design de bom gosto, invadindo o “varejo” com lojas elegantes e redefinindo até o papel da propaganda. O que o move, segundo Larry Ellison, CEO da Oracle, um amigo próximo, não é o dinheiro – mas, desconfia aForbes, sua paixão pela Apple (seu “primeiro amor”) e uma possibilidade de, através dela, efetivamente mudar o mundo. Se em 2000, quando Jobs lançou a estratégia do “digital lifestyle”, a Apple valia 5 bilhões na bolsa, hoje, menos de uma década depois, ela vale 170 bilhões de dólares (um pouquinho mais que o tão falado Google). Já Jobs, quando vendeu a Pixar à Disney em 2006 por 7,5 bilhões, tornou-se, magicamente, o maior acionista “pessoa física” da empresa que detém os direitos do Mickey. “Será que ele vai se sentir tão confortável no mainstream, nos próximos dez anos, quanto se sentiu nounderground, nas décadas passadas?”, indaga a mesma Forbes. Larry Page e Sergey Brin, os dois fundadores do Google, recentemente declararam, à revista New Yorker, que Steve Jobs é seu herói. E o mundo se pergunta, neste momento, qual será o próximo passo do gênio… Se ele sempre evitou se expor, e guardou seus segredos até o último minuto, não temos como adivinhar, resigna-se a mesma reportagem da Forbes.

Fonte: Digestivo Cultural

Posted by giordano on November 12, 2009

Como transferir arquivos do PC para o Mac

Pensando em trocar seu PC usado por um Mac? Usuários mais antigos de computadores Windows costumam ter  muitos gigabytes de informação armazenados no computador. Provavelmente será necessário transferir arquivos em PDF, músicas, fotos , vídeos, documentos de texto e e-mails, entre outros. 

Na grande maioria dos casos, esses arquivos são compatíveis com o Mac, não necessitando de conversão ou softwares especiais. Uma excecção importante:  se você tiver músicas e vídeos no formato Windows Media, eles deverão ser convertidos para serem usados no QuickTime OS X. O Flip4Mac pode fazer esse trabalho.

Use um disco rígido externo
O
site de suporte da Apple sugere várias possibilidades para fazer essa transferência de arquivos, mas uma boa dica é o uso de discos rígidos externos. Eles são pequenos, rápidos e podem ser conectados em qualquer computador que tenha portas USB. Conecte o disco rígido no seu PC e transfira todos seus arquivos para ele. Terminado o processo, ligue-o no Mac e arraste os arquivos para o sistema utilizando o Finder. Para quem ainda não conhece, o Finder é uma ferramenta do sistema operacional da Apple semelhante ao Windows Explorer, da Microsoft. A pasta que aparece no canto esquerdo do Finder com o seu nome equivale a pasta Meus Documentos do Windows – um bom local para guardar as fotos, vídeos e músicas.

Se você não tem disco rígido externo, esta pode ser a  hora de comprar um. Os preços variam entre 200 e 250 reais, para um modelo de 320 GB, e a partir de 300 reais, para 500 GB de armazenamento.

Caso queira fazer a  transferência de arquivos diretamente para uma máquina virtual  Windows, vale usar o utilitário de transferência que acompanha os programas de virtualização.

Transfira seus e-mails
Mover os  e-mails do PC para o Mac é algo simples, se ele estiver configurado em conta POP3 ou SMTP. Esse método armazena os e-mails no servidor da empresa, que disponibiliza a conta de correio eletrônico para o usuário. Basta abrir um gerenciador de correio no Mac, como o Mail, e digitar as informações de sua conta e dos servidores POP e SMTP. Os e-mails são baixados automaticamente.

Caso o sistema de e-mails configurado em seu computador não armazene as mensagens no servidor, o processo é um pouco mais complicado. Será necessário identificar o local onde as mensagens ficam armazenadas para importá-las no Mail. O programa é capaz de importar arquivos no formato mbox por meio do comando Importar Mailboxes, encontrado no menu Arquivo. Se o seu gerenciador de e-mails atual pode exportar as mensagens no formato mbox, faça isso. A segunda alternativa é utilizar a ferramenta de transferência de e-mails do Google para receber as mensagens armazenadas na máquina e, em seguida, baixá-las no Mac.

Quem estiver disposto a desembolsar 40 dólares pelo programa Move2Mac, poderá fazer de maneira mais fácil as transferências de todos os arquivos, incluindo e-mails do Outlook, favoritos, contatos e até mesmo o papel de parede, por meio de um disco rígido externo ou via rede de computadores.

Fonte: MacWorld