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Apple Specialist

Archive for December, 2010

Posted by giordano on December 22, 2010

Compartilhamento de impressoras Mac x Windows 7

No Windows 7 (PC)

Acesse o painel de controle

Acesse Programas

Clique em Ativar ou desativar recursos do Windows

Procure por Serviços de Impressão e habilite o serviço LDP

Confira se a impressora está compartilhada


No Mac


Vá em “Preferências do Sistema – Impressoras e Fax”
Clique no (+) para adicionar uma nova impressora
Clique com o botão direito na barra de ferramentas para customizá-la e adicione o botão “Avançado”
Clique neste botão recém adicionado.
No campo Tipo selecione Windows
Na URL digite smb://IPserver/PrinterShareName . Para exemplificar, ficou smb://192.168.0.11/hp
* Dê preferência por usar o IP mesmo
Selecione no campo “Imprimir Usando” e procure o driver da sua impressora, seja ele Gutenprint ou o original fornecido pelo fabricante.
Clique em “Adicionar”

Posted by giordano on December 22, 2010

Comprando um iTunes Gift Card, via Maximus Cards.

Olá leitores, hoje vou indicar uma opção de site para vocês, para realizar compras de Gift Cards, da iTunes Storeamericana.

O método que vou mostrar para vocês, é de um site americano que vende os Gift Cards e envia por e-mail, assim o processo não dura nem 5 minutos.


A solução apresentada é o site americano Maximus Cards.

Para comprar basta você tem um cartão de crédito (pode ser brasileiro) associado ao PayPal ou ao Google Checkout. O processo é simples, basta escolher o valor do cartão desejado e, depois, inserir a os dados da sua conta do PayPal/Google Checkout e vale lembrar, o e-mail de login, seja no PayPal ou no Google Checkout serão os mesmos e-mails na qual eles enviarão seu promocode para validação no iTunes.

Após a compra, o seu código chegará no seu e-mail e basta validar o código na sua conta americana.

O iPod School testou o metódo, realizando uma compra de um iTunes Gift Card, no valor de $15.

Tiramos nossas conclusões em relação ao tempo: o processo para associar o cartão de crédito ao PayPal demorou 1~2 dias, método de pagamento utilizado por nós, e para receber o promocode demorou 5 minutos após a compra no site.

O porquê de comprar um Gift Card.

O Gift Card é uma alternativa para quem não possui um cartão de crédito internacional e assim se limita a aplicativos de graça. Essa limitação não agrada os consumidores de gadgets da Apple e fazem que abusem do jailbreak para terem aplicativos crackeados, o que isso é horrivel tanto para o consumidor quanto para quem desenvolve.

Eu acredito que o grande problema não sejam meros 2 reais ou qualquer que seja o preço, e sim a comodidade. Graças ao jailbreak, packages como o AppSync desvalorizam o trabalho de um desenvolvedor e quem sabe desenvolver e/ou tem o interesse, sabe que realizar isto não é nada fácil.

Seria esse o maior porquê. Não entenda isso como ‘gastar’ e sim valorizar o trabalho do outro: vocês sentirão falta, quando grandes desenvolvedores, inclusive brasileiros como Renato Pessanha, Felipe Oliveira, Eduardo Scoz e dentre muitos outros, migrarem da App Store

Fonte: iPod School

Posted by giordano on December 21, 2010

Bancos de dados no iPad

Bento e HanDBase para iPad

Bento e HanDBase para iPad

O iPad é um aparelho que merece ser utilizado muito mais nas tarefas do dia-a-dia do que apenas consultar e-mails e navegar na Internet. Um dos recursos que possíveis para ele é gerenciar pequenos bancos de dados. Duas belas opções para isso são o HanDBase e o Bento. Em ambos é possível criarmos nossos próprios bancos para catalogar, por exemplo, a coleção de vídeos/DVD, estoque de alguma loja, despesas do dia-a-dia, dados de projetos, inventário… enfim, tudo o que for preciso de um banco.

O Bento é mais barato que o HanDBase, custa apenas $4.99 e conta com um belo visual que imita uma agenda. Ele é “sincronizável” com Mac e também com iPhone. Uma ótima opção para quem trabalha com o sistema da Apple.

Já o HanDBase é uma opção para quem fica no lado da Microsoft, apesar de também poder ser sincronizado com seu aplicativo para Mac. Este custa $9.99 na iTunes.

O HanDBase, mesmo este sendo mais caro. Primeiro porque me pareceu uma solução mais poderosa, segundo por que ele também possui aplicativos para smartphones de outras marcas, e também para computadores, tornado-o assim uma opção mais maleável. Assim fica mais fácil manter meus bancos sincronizados e compartilhados entre meus aparelhos. O Bento até possui versões para iPhone e Mac, mas se você utiliza outro sistema para seu computador ou outro smartphone ficará sem opções.

Fonte: Blog iPad

Posted by giordano on December 21, 2010

Veja o que aconteceu em 2010 com a Apple

Este ano com certeza foi um dos melhores da história da Apple. Não só a empresa consolidou sua posição no mercado de smartphones com o iPhone 4 (apesar do alegado problema com a antena externa do telefone), como “criou” um novo nicho com o lançamento do iPad, que vendeu nada menos que 3 milhões de unidade em 80 dias e fez com que as concorrentes iniciassem uma verdadeira corrida para tentar alcançar a “maçã”.

Além disso, a companhia de Steve Jobs registrou o melhor resultado financeiro de sua história, com receitas de quase 16 bilhões de dólares em um trimestre, e valorização de suas ações na bolsa de valores.

Posted by giordano on December 21, 2010

Apple lança ferramenta para desenvolvedores produzirem suas próprias iAds

A Apple disponibilizou para todos os desenvolvedores registrados no iOS Dev Program, uma nova ferramenta que permite a realização de publicidades interativas, chamada iAd Producer. Até então, apenas a equipe da Apple podia realizar esse tipo de propaganda.

Com o programa (que roda somente em Macs, como todo o SDK do iOS) facilita muito a produção de banners publicitários que se transformam em peças interativas sem precisar que o usuário saia do aplicativo.

A ferramenta possui toda uma biblioteca de componentes gráficos necessários para os diversos tipos de iAds. Os banners usam HTML5, CSS3 e Javascript.

Mesmo cada desenvolvedor sendo capaz de realizar suas próprias criações, apenas a Apple tem o poder de aprová-las e distribuí-las. Porém, isso deve agilizar bastante o processo de desenvolvimento dos iAds, aumentando ainda mais as opções de anunciantes.

Fonte: Blog do iPhone

Posted by giordano on December 20, 2010

O que você precisa saber antes de adquirir um iPhone

Com as festas de final de ano cada vez mais próximas, preparamos um pequeno guia de compras para quem está interessado em adquirir produtos da Apple. Depois dos iPods, Macs e do recém-chegado iPad (ao Brasil), chegou a vez daquele que talvez seja o produto mais desejado da “maçã”: o iPhone. Confira questões importantes de adquirir um.

Preços

Atualmente, é possível encontrar os dois modelos mais recentes do smartphone da Apple no País: 3GS e 4. Lançado no último mês de setembro no Brasil, o iPhone 4 está disponível em duas capacidades de armazenamento: 16 GB e 32 GB. Como são vendidos exclusivamente pelas operadoras de telefonia, os preços variam de acordo com os planos de dados adquiridos junto com o aparelho (com valores entre 339 reais a 2.159 reais, por exemplo). Para quem quer comprar um modelo pré–pago, os valores estão na faixa de 1.799 reais para a menor capacidade e 2.099 para o dobro.

Segundo a assessoria da Apple Brasil, atualmente só é comercializada a versão de 8 GB do iPhone 3GS. Porém, a TIM afirma comercializar também os modelos de 16 GB e 32GB, que também aparecem como disponíveis no site da Vivo (com preços de 1.299 e 1.599 reais, respectivamente, no plano Vivo iPhone 60). A Claro também afirma comercializar os três modelos do aparelho: 8 GB (R$1.499), 16 GB (R$1.599) e 32 GB (R$1.699) no modo pré-pago. Já na modalidade pós-paga, os valroes ficam entre 175 reais e 1.399 reais, de acordo com o aparelho e plano escolhido.

Vale a pena comprar no exterior?

Muita gente fica tentado a trazer um iPhone em viagens ao exterior, mas é preciso ficar atento a algumas questões. Nos Estados Unidos o iPhone 4 custa 199 e 299 dólares (16 GB e 32 GB, respectivamente). Mas esse preço é para quem vai fazer um plano de dois anos da AT&T, com pagamento mensal pelo serviço. Como você não vai usar esse serviço no Brasil, a opção seria comprar o aparelho sem subsídio. Mas aí fica bem mais caro: 599 e 699 dólares, respectivamente.

E antes de comprar o celular, veja se a operadora do país no qual você pretende fazer a aquisição vende o aparelho desbloqueado. Os iPhones 4 vendidos nos Estados Unidos são bloqueados para funcionar com a AT&T. Dependendo do país que você comprar o aparelho, será necessário fazer o jailbreak e o desbloqueio de operadora, processos que não são muito fáceis para usuários iniciantes. Em alguns casos, como dos aparelhos adquiridos na França, é só colocar o cartão adequado e sair falando no Brasil.

Ou seja, antes de comprar o aparelho em outro país, faça as contas e pense nas questões associadas, como bloqueio de operadora.

iPhone não roda Flash

Steve Jobs, CEO da Apple, não gosta do formato Flash, da Adobe, por afirmar que ele é inseguro e prejudica a duração de bateria do aparelho. Resultado: esse formato, amplamente utilizado na Internet, não é exibido nos iPhones, iPods ou iPads. Com isso, vários sites e conteúdos como vídeos simplesmente não rodam no smartphone. Se essa questão é importante para você, vale avaliar a compra de um celular com Android, que suporta Flash.

iPhone 4 foi lançado no último mês de setembro no Brasil

iPhone 4 x 3GS

Vale lembrar que o iPhone 4, apresentado e lançado em junho nos EUA, traz diversas melhorias em relação ao modelo anterior, como Tela Retina (de alta resolução), processador A4 (de 1Ghz, o mesmo do iPad), câmera frontal para videochamadas, giroscópio, câmera fotográfica melhor, adição de flash, entre outras. A diferença de preços em relação ao 3GS não costuma ser muito grande, por isso pode valer a pena investir no modelo mais novo do aparelho.

Com resolução de 960×640 pixels, a Tela Retina torna o iPhone 4 uma excelente central de mídia, tendo ótimo desempenho para rodar jogos e filmes em alta definição por exemplo.

O design das duas gerações de aparelhos também é diferente, com o iPhone 4 tendo as bordas mais quadradas, dois painéis de vidro (o que o torna mais escorregadio) e a polêmica antena externa, que gerou reclamações de usuários que acusavam perda de sinal do aparelho ao segurar o aparelho de determinada maneira. A Apple admitiu o problema e inclusive distribuiu (não no Brasil) cases gratuitos, que ajudavam a amenizar o problema. Apesar disso, a companhia anunciou que esse é o seu aparelho de maior sucesso, com 1,7 milhão de unidades vendidas apenas nos três primeiros dias de lançamento.

Vale lembrar que o iPhone 4, assim como o iPad, utiliza chips micro-SIM, em vez do mini-SIM, padrão no mercado brasileiro, mas já é possível encontrar esse tipo de chip no Brasil.

iPhone 3GS continua à venda no Brasil

iPhone 4 x iPod Touch 4G

Apesar de ser chamado de “iPhone 4 sem telefone”, a ausência de ligações telefônicas não é o único recurso ausente no tocador. A Tela Retina e as câmeras do novo Touch possuem qualidade inferior aos recursos do iPhone 4. Além disso, o principal diferencial do telefone é a opção de planos 3G para se acessar a Internet de qualquer ponto com cobertura.

As vantagens ficam por conta do preço “cheio” mais em conta: o modelo de 8GB do novo Touch sai por 749 reais. E como o tocador só possui conexão web via-Wi-Fi não há necessidade de pagar planos de dados mensais (que possuem custos altos no Brasil).

Recomendamos que o consumidor sempre teste o aparelho desejado antes de se decidir por levá-lo para casa, seja na loja da operadora ou com o produto de um amigo ou conhecido. Boas compras!

Fonte: Macworld Brasil

Posted by giordano on December 13, 2010

Netbook ou iPad?

iPad

Para as principais tarefas do dia a dia:

  • Navegação web
  • Posts no blog
  • Respostas aos comentários deixados no blog
  • Troca de e-mails
  • Atualização de dados de agenda de compromisso/contatos
  • Mensagens no Twitter/Facebook/Buzz
  • Gerenciamento financeiro
  • Assistir à vídeos no YouTube
  • Edição de textos e planilhas eletrônicas
  • Downloads de músicas e podcasts
  • Anotações durante reunião de trabalho
  • Leitura de notícias diversas
  • Desenvolvimento de sistemas
  • Tratamento de imagens
  • Gerenciamento de arquivos

O iPad se saiu bem em quase tudo isso, com algumas ressalvas. A listagem acima reflete o meu uso para um netbook, e isso com toda certeza será diferente para cada um de vocês. Não o utilizo para trabalho, pois para este fim necessito de um equipamento mais parrudo e com maior poder de processamento. Então não tentei utilizar o tablet para isto.

Bom, como a pergunta principal deste teste era se é possível substituir um netbook por um iPad, não vou ficar embromando dizendo que depende. Prefiro apontar o que testei e dizer no que foi possível ou não deixar o netbook de lado em prol do iPad.

Substituiu bem:
Navegação web, troca de e-mails, assistir vídeos, ler livros/revistas, agenda… Tudo isso já foi mais do que demonstrado em propagandas da Apple e em reviews por ai. Apenas confirmo que nisso o iPad não é apenas melhor, mas muito melhor que um netbook. Além de ser bem mais prático de manusear, sua velocidade de processamento e autonomia de bateria deixa qualquer netbook comendo poeira.

Também conseguiu se sair bem melhor para leitura de notícias, anotações de trabalho, gerenciamento financeiro e edição de documentos e planilhas. Mas para tudo isso tive que instalar alguns aplicativos, nem todos gratuitos. Outro dia comento sobre cada um destes programas.

É igual em:
Para os outros usos que faço com o netbook ele deu conta sim, mas como falei antes, existem algumas limitações. Por exemplo gerenciar o blog. Posts simples, aprovação de comentários, respostas a estes, instalação e testes de plugins no wordpress… Tudo foi bem, não foi nem melhor nem pior do que eu faria com um netbook.

Não substitui:
Como falei antes, o iPad conseguiu substituir o netbook em quase tudo, algumas tarefas ele não deu conta. Por exemplo: Desenvolvimento de sistemas, tratamento de imagens e gerenciamento de arquivos. Como ele é voltado para um uso não corporativo, este tipo de funcionalidade deixa a desejar. Mas isso é meio que fora do foco da Apple mesmo, principalmente para os dispositivos que ela tem ao redor dos seus computadores (iPod, iPad, iPhone…). Até existem alguns bons aplicativos para edição de imagem, mas além destes serem mais caros (os melhores) não contam com alguns dos recursos que preciso para o tipo de edição que faço.

Observações:
Mesmo não sendo multitarefa ele conseguiu suprir as minhas principais necessidades de uso. Aliás, este é um ponto que merece destaque. Quem já me viu trabalhar sabe que não sou uma pessoa que fica muito tempo em apenas uma atividade, sempre tenho mil abas abertas no navegador, cliente de e-mail aberto, instant messenger, editor de código, editor de texto, banco de dados, player de música… É correto trabalhar assim? Alguns diriam que não, mas é como faço e para mim funciona bem. Mas com o iPad a coisa é diferente. Consegui ganhar agilidade ao realizar uma tarefa de cada vez.

O iPad é um nicho um pouco diferente do que hoje são os netbooks. Estes, à grosso modo, vieram para dar mais mobilidade ao que se faz com um notebook, mas no fundo no fundo fazem o mesmo que seus irmãos maiores (notebooks). O iPad não, ele veio para ser um meio termo entre smartphones e notebooks. Se seu foco for um equipamento mais voltado para produtividade e criação, um netbook resolve, mas se precisa de algo de uso mais rápido, algo que te dê quase a mesma mobilidade de um smartphone, mas com uma tela maior e mais confortável o iPad (ou qualquer outro tablet do tipo) resolvem.

Conclusão:
Como em meus (raros) momentos de descanso continuo sempre de olho no que acontece na web, no Twitter, em notícias sobre tecnologia e em meus e-mails, meus outros aparelhos não conseguiam parar quieto. Com este novo tablet consegui concentrar tudo em um só brinquedinho e focar melhor o uso de cada um dos outros.

Para uso pessoal (não profissional), em casa utilizo mais o iPad agora, na rua vou de smarphone e o netbook fica para edições de e-books, tratamento de imagens, gravação de DVDs com auxílio de uma gravador externa, desenvolvimento de sistemas e o que mais precisar de mais “poder de fogo”.

Minha agenda de contatos, de tarefas e notas por enquanto fica sincronizada entre meu smartphone, netbook e iPad via Outlook.

Editoração de conteúdos e anotações para futuros posts consigo alternar bem entre meus equipamento via Evernote. Links para futuras leituras também fica fácil de gerenciar via Read it Later. Assim, minhas tarefas ficam flutuando tranquilamente entre meus “brinquedinhos” e eu não preciso me preocupar muito em qual deles escolher. Basta pegar o que se encaixa melhor no ambiente onde eu estiver.

Fonte: Blog iPad

Posted by giordano on December 9, 2010

Como será o futuro do Mac: sistema operacional

O Snow Leopard foi lançado há de um ano e meio, mas a maioria de das mudanças no que estava por debaixo do capô. O último lançamento a incluir melhorias significativas na interface do usuário foi o Mac OS X 10.5 (Leopard), que data de mais de três anos.

Se o Mac OS X parece “negligenciado”, isso tem muito a ver com a atenção constante que a Apple tem dado ao iOS. Desde a chegada do Leopard, o iOS passou por quatro revisões de peso, cada uma delas trazendo novos recursos para os dispositivos móveis da empresa.

Em outubro, durante o evento Back to the Mac, a Apple finalmente anunciou o Mac OS X 10.7 Lion, que deve ser lançado até o fim do primeiro semestre de 2011. Somente algumas ferramentas foram demonstradas – e de maneira muito breve – então fica difícil precisar se esse será um lançamento com preço reduzido, como foi o caso do do Snow Leopard, ou uma versão revolucionária, carregada de recursos e novas ferramentas (e por isso, mais cara) como aconteceu com o Leopard. Entretanto, informações que conseguimos deixam algumas coisas mais claras.

Para a próxima versão do Mac OS X, a Apple se inspirou na principal característica do iOS: simplicidade. Assim como o Mac era originalmente uma alternativa aos sistemas operacionais baseados em linhas de comando, o iOS hoje contrasta de maneira significativa perante o Mac OS X e outros sistemas operacionais para desktop, mesmo que relativamente mais complexos. A Apple planeja usar o que aprendeu com o iOs para fazer o Mac OS X mais acessível e ainda mais fácil de usar.

O problema dos apps

Vamos começar a tarefa mais básica do sistema operacional: instalação e execução de aplicativos. Usuários de Mac acostumados com isso tiram esse processo de letra, mas tente explicar tudo isso para um novato. O sistema de arquivos comprimidos, imagens de disco e aplicações de instalação pode ser complicado mesmo para usuários avançados.

Depois de baixar um aplicativo, para onde ele vai? Depois de encontrá-lo, ele é um instalador ou é o próprio app? Uma vez instalado, ele deve ser arrastado para o Dock ou pode ser executado na pasta onde estiver? E o que fazer com a imagem de disco?

Desinstalar um aplicativo é ainda pior; o processo no Mac OS X não é uniforme. Algumas vezes arrastar o ícone do aplicativo (desde que o usuário o encontre) para o Lixo é o suficiente. Porém, qualquer outra aplicação que use um instalador multistep provavelmente também precisa de um desinstalador para removê-lo definitivamente.

Agora compare todo esse processo com o que acontece no iOS, no qual basta apertar um único botão para instalar um aplicativo, e a desinstalação é igualmente simples, e funciona para todo tipo de app. Essa facilidade é (juntamente com o baixo preço) a razão pela qual os usuários estão comprando e instalando cada vez mais apps. Pessoas que se assustaram com os processos de instalação do Mac provavelmente irão se sentir mais confortáveis, ao navegar pelos apps no iPhone ou iPad, em poucos toques.

A Apple ouviu esse feedback; a Mac App Store, ainda não lançada oficialmente, irá trazer essa experiência dos aplicativos do iOS para o Mac: comprar e instalar com apenas um clique, visual explícito do progresso do download e uma indicação muito clara de onde a aplicação fica, uma vez que tenha sido baixada. Durante o evento em outubro, a Apple não demonstrou o novo procedimento para desinstalação, mas vale apostar que será parecido com o que acontece no iOS.

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Mac OS X de cara nova: recursos como o Finder e o Spotlight podem estar com os dias contados

Fim do Finder?

O Dock do Mac OS X simplificou de maneira muito marcante a experiência de utilizar aplicações no Mac, contudo, isso muda de figura quando o usuário precisa ir além dessa barra. O Finder foi um grande passo em direção à complexidade, comparado aos ícones do Dock. Há também o mecanismo de busca oferecido pelo Spotlight, mas uma vez que o usuário começa a digitar os termos que deseja pesquisar, a batalha pela simplicidade já foi perdida.

O iOS levou a interface do Dock um passo além. Em vez de uma única linha, com as aplicações mais utilizadas, o sistema mostra todos os apps em uma grade; sim, ainda existe um mecanismo de busca como último recurso, mas não há nada parecido com o Finder no iOS.

A Apple parece agora questionar se realmente deve existir um Finder no Mac OS X. A ferramenta de Launchpad do Lion traz a grade de apps para o Mac, superando o papel do Finder como ferramenta, para encontrar e executar aplicações que não estão no Dock. Com as aplicações do Mac usando cada vez a metáfora de “biblioteca”, como foi introduzido a partir do iTunes e do iPhoto, a necessidade de interagir diretamente com os documentos, ao acessar um sistema de arquivos, está desaparecendo lentamente.

Em direção ao iOS

O sistema operacional também influencia o design das próprias aplicações, apesar das ferramentas e frameworks que ele oferece e  o kit de exemplo dos aplicativos que vêm junto com o OS. A nova diretiva da Apple para os apps do Mac OS X é que eles se parecem mais com os aplicativos para iOS.

Exemplo disso é o fato de os aplicativos para iOS serem utilizados em modo tela cheia. Isso faz sentido, dado que o tamanho menor da tela dos dispositivos móveis. Entretanto isso também é uma medida para focar em um único objeto, o que os consumidores parecem gostar.

Os desenvolvedores de Mac estão agora sendo encorajados a adicionar um modo full screen a suas aplicações. A Apple já deu o primeiro passo com iPhoto. Versões futuras do Mac OS X irão contar com uma maneira de trocar facilmente de aplicação sem deixar o modo de tela cheia, mantendo tanto as vantagens do recurso multitarefa do Mac e o foco do iOS.

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Mac OS X 10.7 Lion segue o estilo da plataforma iOS

Devido às restrições de memória nos dispositivos móveis, há pouco tempo o iOS obteve a habilidade de executar mais de um aplicativo por vez. Mesmo assim, aplicações de iOS ainda precisam estar prontas para serem requisitadas pela memória a qualquer momento, e espera-se que esses processos sejam automaticamente restaurados a seu estado anterior quando for executado. Isso também significa que não há uma operação explícita de “Salvar” no iOS; tudo é salvo automaticamente.

Apesar de não sofrer das mesmas limitações de hardware, a empresa decidiu que os  aplicativos para Mac OS X deveriam se comportar da mesma maneira. As versões futuras do sistema operacional devem incluir suporte nativo para salvar e restaurar automaticamente o estado de uma aplicação. É possível que o Dock não proporcione mais indicações visuais que um aplicativo está rodando; se o estado de um app nunca é perdido, a distinção entre estar ativo ou inativo não importa mais.

De olho no preço

Há muitas outras áreas tradicionais nas quais o Mac OS X irá desenvolver: a transição para 64-bit será completada, o suporte para armazenamento em memória flash irá melhorar (provavelmente com a ajuda de um novo e mais moderno sistema de arquivos) e performance 3D podem virar o centro das atenções.

Mas esses esforços têm diminuído por causa do novo curso que a Apple tem tomado em relação ao Mac OS X. A partir da experiência com o iOS, a Apple acredita que tenha descoberto – ou quem sabe, redescoberto – o segredo para vender produtos para o consumidor: simplicidade.

Isso não significa que o Mac que conhecemos irá desaparecer; em vez disso, ao roubar as melhoras ideias do iOS, o Mac OS de amanhã pode lentamente continuar seu legado, enquanto continua com o mesmo poder, utilidade e espírito que sempre definiu o Mac.

Posted by giordano on December 8, 2010

Saiba como criar contas estrangeiras e baixar games no Brasil

A loja brasileira de aplicativos da Apple tem muita coisa legal, mas vários títulos, principalmente os games, não estão disponíveis. Como ter esse conteúdo? Aproveitamos o lançamento nacional do iPad na última sexta-feira (3/12), para preparar um tutorial que mostra a criação de contas norte-americana e argentina na loja online da empresa, que permitem a compra de conteúdos não disponíveis na versão brasileira da iTunes Store, como filmes, séries de TV, músicas (incluindo os recém-chegados Beatles!) e jogos, entre outros, para aproveitar ao máximos seus aparelhos da “maçã”.

Vamos começar pela conta na loja dos Estados Unidos, onde não é possível realizar compras com cartões de crédito emitidos fora daquele país (mesmo cartões internacionais). A solução é utilizar Gift Cards (espécie de cartões pré-pagos de crédito) vendidos pela própria Apple (dá para comprar em viagem ao exterior, por exemplo), que aqui no Brasil podem ser adquiridos em sites como Mercado Livre, com quantias entre 15 dólares e 100 dólares (normalmente é cobrado uma taxa de “ágio” além do valor da compra).

Passo 1 – Abra o iTunes (se não tiver o software, baixe a versão mais recente no site da Apple), vá até a seção iTunes Store e do lado inferior direito mude a bandeira do Brasil para Estados Unidos. Agora você está na loja norte-americana, mas ainda não pode fazer compras.

Passo 2 – Mude a opção para App Store, na parte superior da janela, e selecione um aplicativo na seção Free Apps (na coluna direita) e clique na opção Free App, dentro do próprio aplicativo.

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Passo 3: selecione opção de Criar Nova Conta

Passo 3 – Na nova janela, selecione Criar Nova Conta, Continue, marque a opção que aceita os termos de uso e clique novamente em Continue.

Passo 4 – Após preencher seus dados na página Criar conta do iTunes Store e clicar em Continue, você chegará na área para colocar a forma de pagamento. Escolha a opção None na parte dos cartões de crédito, preencha seu nome corretamente e coloque um endereço e telefone existentes nos Estados Unidos (pode ser de um familiar ou amigo, desde que ele concorde) e avance.

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Como não é possível utilizar cartão de crédito na loja dos Estados Unidos, selecione a opção None

Passo 5 – Estamos quase no fim. Agora você verá uma mensagem que pede para a verificação da sua conta no e-mail. Vá até o seu endereço de e-mail fornecido, abra a mensagem enviada pela Apple e clique em Verify Now. Será aberta uma janela pedindo a digitação dos dados da sua nova conta no iTunes. Coloque as informações e aperte o botão de verificação. Após isso, a conta estará criada e ativa.

Passo 6 – Agora entre no iTunes novamente e escolha a opção Iniciar sessão (não estranhe, algumas coisas aparecem em português e outras em inglês),  do lado superior direito. Basta digitar os dados da sua Apple ID (que é seu nome e senha de usuário) e já poderá realizar compras na loja norte-americana.

Para utilizar os créditos dos seus Gift Cards, selecione a opção Redeem, na coluna direita da página inicial da loja, e digite os dados.

Hermanos

O processo de criação da conta argentina é quase igual ao descrito acima, com mudanças apenas no Passo 1 (mudar para a bandeira da Argentina e não dos EUA) e no Passo 4, já que na loja dos hermanos é possível fazer compras com um cartão de crédito internacional.

Para isso, em vez de selecionar a opção None no Passo 4, coloque os dados do seu cartão de crédito internacional e um endereço existente na Argentina (a Apple não o utiliza para verificação de cobrança).

A App Store argentina não possui muitas opções de conteúdo de entretenimento, com o grande diferencial sendo o acesso aos games, não disponíveis na loja brasileira, e a possibilidade de pagamento pelo cartão de crédito.

Questão legal

No caso específico da criação de contas para o serviço, de acordo com a interpretação estrita do texto da lei, não é definido como crime o ato de fornecer um endereço falso, segundo o especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Advogados, Dr. Raphael Loschiavo.

Posted by giordano on December 7, 2010

iPad – Dicas para resolver os problemas mais comuns

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Resolva os principais problemas do iPad e deixe-o “turbinado”

Qualquer um que tenha utilizado o iPad por algum tempo percebe que – como todos os computadores – algumas vezes ele não faz o que deveria. Pode ser uma tela congelada, superaquecimento do sistema ou o equipamento se recusando a recarregar. O resultado é sempre o mesmo: o usuário precisa descobrir o que há de errado com o dispositivo e, então, fazê-lo voltar ao normal.

Um grande problema é que o iPad não vem com um manual detalhado ou software de diagnóstico para mostrar o que acontece “dentro do equipamento”. O guia do usuário (que pode ser baixado em PDF) e o Site de Suporte da Apple são bons pontos de partida, mas mesmo esses recursos algumas vezes não são suficientes  quando o problema persiste.

Aqui seguem algumas informações para os momentos nos quais o iPad não funciona corretamente, juntamente com algumas dicas  e atalhos para fazer com que o tablet obedeça de acordo com o que deve ser. Esses pontos são úteis quando a tela do iPad não responde ou quando há dificuldade ao sincronizar o tablet com o computador.

Na maioria dos casos, a solução fica na página de Ajustes do iPad, onde são feitas todas escolhas em relação à configuração. Há limites, entretanto, a respeito do que se pode fazer; por exemplo, esqueça possibilidades como trocar a bateria, adicionar memória ou recalibrar o touchsceen.

Problemas na conexão Wi-Fi
A rede sem fio é a única maneira gratuita de conectar o iPad com o resto do mundo. Infelizmente, há muitos obstáculos que podem atrapalhar a conexão. O alcance do Wi-Fi do tablet é mais limitado do que a maioria dos notebooks – são aproximadamente 20 metros para o iPad, enquanto os notebooks conseguem pouco mais de 30 metros – então, caso esteja com problemas, se aproximar do roteador ajuda a estabilizar o sinal.

Se a conexão cai com frequência, tente renovar o DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol); vá em rede Rede (no item Ajustes, Geral), clique no Wi-Fi e então toque na pequena seta azul do lado direito no item da rede sem fio que será utilizada; toque no botão Renovar Concessão para atualizar a conexão com o roteador. 

Caso isso não resolva o problema, use o Endereço IP estático, em vez de DHCP. Crie um endereço de IP que não esteja sendo usado pelo roteador – você terá o prefixo 192.168.1.xxx. Geralmente é bom usar um número que esteja perto do limite do alcance do roteador, para evitar conflito com os endereços DHCP IP; na página de Ajustes, Geral e na rede escolhida, clique em Estático e entre o endereço no campo Endereço IP.

Energia
A maiora dos iPad aguenta em torno de oito horas de uso por carga.  O seu não tem chegado nem próximo disso? Há algumas coisas que podem ser feitas para aumentar a duração da bateria do dispositivo:

– Escureça a tela: vá até  Brilho e Imagem de Fundo em Ajustes para desligar a opção Brilho Automático e então configure o brilho da tela entre metade e três quartos. 

- Desative o Bluetooth: caso não esteja utilizando um teclado wireless ou alto-falantes, desligue o Bluetooth na opção Geral da página de Ajustes. 

- Desligue o modem: se não estiver utilizando a conexão 3G (válido para os modelos do iPad que possuem esse recurso, claro), é possível desativá-la na aba Celular na página de Ajustes e colocando o interruptor no modo desligado (quando não aparece o botão azul).

Por que parou?
Algumas vezes, sem razão aparente, o iPad congela e para de responder ao toque. Na maioria das vezes, isso é causado por um problema de software, e há três coisas que podem ajudá-lo a resolver isso:

- Feche o aplicativo ativo, pressionando o botão Home (o redondo) para que o sistema retorne à página inicial. 

- Caso isso não funcione, tente reiniciar o software ao segurar o botão para hibernar (na parte superior), usado para bloquear a tela do aparelho, por cinco segundos até a barra de energia que desliga o dispositivo aparecer. Deslize o dedo por ela para desativar o aparelho. Após isso, segure o botão de hibernar novamente.

- Continua tendo problemas? É hora de reiniciar o sistema e começar de novo. Desta vez segure o botão juntoo com o botão Home por uns dez segundos. A tela irá escurecer e então o logo da Apple irá surgir; depois disso, o iPad deve iniciar e funcionar bem.

Sem carga
Uma das reclamações mais comuns a respeito do iPad é que, depois de plugar o aparelho ao computador via conexão USB, a bateria não é carregada. O problema é que as portas na maioria dos hubs USB, notebooks menores e mesmo alguns desktops não possuem energia o suficiente para carregar o iPad enquanto a tela está ligada. O ícone na bateria bateria no canto direito superior mostra “Não está carregando”.

Esse é um problema fácil de resolver. Caso não queria usar o adaptador AC de energia que vem junto com o tablet, o usuário pode plugar o dispositivo em um hub USB que esteja ligado à rede elétrica. 

Superaquecimento
A bateria de polímero de lítio do iPad é muito sensível a mudanças de temperatura – não gosta de ambientes mais frios do que 0°C e mais quentes do que 35°C. Como resultado, caso o usuário fique no sol por muito tempo, o sistema corre o risco re superaquecer e desliga automaticamente. 

Nesse caso, a única coisa que pode ser feita é esperar o dispositivo esfriar e então reiniciar o sistema. Em dias mais quentes, use o iPad na sombra e nunca coloque-o em um local quente, como no banco traseiro do carro, por exemplo. E caso o usuário tenha saído de um local muito frio, vale esquentar um pouco o tablet. 

Sincronização
Nenhuma iPad é uma ilha; ele precisa periodicamente ser conectado ao computador para atualizar seu software, carregar novos aplicativos ou receber novos dados. Porém, até mesmo durante a sincronização o usuário pode encontrar problemas. A começar pelo fato de que, se o iPad estiver com a bateria próxima do final, ele não irá se conectar ao computador, então certifique-se de que ele está carregado.

Se o computador não reconhecer o iPad, isso resultará no maior obstáculo do processo de sincronização. A causa na maioria das vezes é o software AMDS (Apple Mobile Device Support) que faz a ponte entre os dois equipamentos. Geralmente, reiniciar soluciona o problema. Se estiver sincronizando o iPad em um PC com Windows, vá ao Painel de Controle, e entre em Ferramentas Administrativas, Serviços, Apple Mobile Device; clique para parar e então reinicie o serviço.

Se o problema persistir, talvez seja preciso fazer algo mais complexo: desinstalar e reinstalar o AMDS e o iTunes do computador. Basta ir ao Painel de Controle e fazer a desinstalação normalmente; ao baixar e instalar a versão atualizada do iTunes, o AMDS mais atual estará incluído no pacote. 

Para os donos de Mac, a Apple sugere pular o procedimento de reinício e simplesmente trocar o AMDS. O processo é um pouco mais complicado no Mac, mas segue o mesmo conceito: livrar-se do AMDS e do iTunes, e, então, reinstalar esses componentes novamente. Use o Finder do Mac para localizar o iTunes e coloque-o no Lixo para desinstalá-lo. Na seção Library Receipts, encontre o arquivo AppleMobileDeviceSupport.pkg e coloque-o no Lixo. Esvazie a Lixeira e reinicie o sistema; depois disso, baixe e instale novamente o iTunes. Caso esses procedimentos não funcionem, então recorra aos documentos de suporte no site da Apple.

Tela não responde corretamente
O touchscreen do iPad é sua principal interface, e é usada com muita frequência. Por isso, as chances de cedo ou tarde a tela ficar engordurada ou muito suja o suficientem são muito grandes.

Sendo assim, está na hora da limpeza. Fique longe de produtos abrasivos ou baseados em amônia, como os “limpa vidros”. A melhor escolha nesse caso é esfregar com cuidado a tela com um papel toalha úmido; outra dica interessante é manter uma flanela de microfibra por perto para limpar o visor periodicamente.

Sistema
Uma das características mais úteis a respeito do software do iPad é que toda vez que o aparelho é sincronizado com o computador, é feito um backup de todo o sistema. Caso o sistema esteja estranho, tente retornar aos dados da última sincronização. 

Pluge o iPad via cabo USB no computador e o iTunes deve iniciar automaticamente. Clique no iPad no canto esquerdo da tela do computador e então vá na aba Resumo. Após clicar no ícone Restaurar,  o aparelho está pronto para receber todos os dados novamente. Vá na opção Restaurar do último backup para que todas as músicas, vídeos e aplicativos retornem ao tablet durante a próxima sincornização. 

Se isso não funcionar, vá na opção que coloca nas configurações de um novo iPad e comece do zero – entretanto, se fizer isso, o usuário perderá tudo o que foi feito ou comprado desde que o iPad saiu da loja. Esse processo pode levar alguns minutos ou até meia hora; note que os ícones agora estão organizados em ordem alfabética (em vez da ordem em que foram instalados).

Tela preta
Se a tela do iPad escurece depois de cinco minutos de inatividade e nenhum comando de toque traz o aparelho de volta, provavelmente ele não está quebrado – só está em repouso para economizar energia, para que a bateria possa durar mais. Alguns usuários acham isso irritante, entretanto mudar esse perfil é muito simples: basta ajustar o tempo que a tela fica ligada antes de ser colocada em repouso. 

Na página de Ajustes, vá até Bloqueio Automático  e coloque por quanto tempo deseja que a tela fique acesa antes de apagar – as escolhas variam entre 2, 5, 10 ou 15 minutos. Contudo, é possível desligar essa opção, fazendo com que a tela fique sempre ligada (o que, obviamente, irá diminuir o tempo útil da bateria). 


Trancado a sete chaves

Tem medo de que o conteúdo do seu iPad caia em mãos erradas caso seja perdido ou roubado? Você não está sozinho. Como simples medida de segurança, o usuário pode definir uma senha que precisa ser inserida para liberar o dispositivo.

Entre em Bloqueio por Código na tela de Ajustes e toque em Ativar Código no topo da página. Digite uma combinação de quatro dígitos, confirme e pronto. O problema é que é preciso inserir a senha toda vez que for preciso tirar o iPad do modo repouso, porém seus dados estarão seguros. 

Para ainda mais segurança, é possível habilitar a opção Eliminar Dados  (localizada na mesma página) para que o sistema apague todo seu conteúdo após dez tentativas frustradas de inserir a senha. Certifique-se de que há um backup no computador para reconstruir os conteúdos do tablet caso sejam todos eliminados.

Vale lembrar que o serviço Find My iPhone, que também serve para o iPad, é grauito e permite localizar o equipamento perdido ou mesmo bloquear e apagar dados a distância.

Caixas de entrada múltiplas
O iPad pode acomodar múltiplas contas de e-mail baseadas em web ou em servidores – supondo que o usuário queira manter a conta de e-mail do trabalho e adicionar um endereço do Gmail, por exemplo. Vá na página de Ajustes e, na aba Mail, Contatos e Calendários, toque em Adicionar Conta. Haverá uma lista com seis opções, desde Microsoft Exchange até AOL.

Após digitar os dados da conta, salve. Isso deve fazer com que ela conste na seção de contas de e-mail logo abaixo da primeira que foi configurada. Caso haja outras contas, basta repetir o processo para ter todos seus e-mails na tela do iPad. 

Atalhos
O teclado integrado do iPad é adequado para quase todos os modos de entrada, como e-mail e endereços de Internet, mas não pode ser comparado com um bom e velho teclado mecânico para redigir textos mais longos. Ainda assim, alguns atalhos podem deixar a digitação na tela um pouco mais fácil:

- Aperte a barra de espaço duas vezes ao fim de uma frase para adicionar um ponto e um espaço antes de começar uma nova sentença. 

- Segure a tecla de uma letra para exibir caracteres especiais que estejam disponíveis (segurar o “C” para obter o cedilha “Ç”, por exemplo).

- Precisa do símbolo do euro (€)? Segure o botão do dólar por alguns segundos e o iPad irá fornecer cinco escolhas com símbolos monetários. 

- Ao segurar o botão “.com” do iPad, ele também fornece os domínios .edu; .net e .org.

Removendo aplicativos
Com tantos aplicativos disponíveis na loja online da Apple, é fácil abarrotar o dispositivo com aplicações. Para acabar com aqueles programas indesejáveis que não estão mais sendo usados, basta segurar o dedo em cima do ícone de um aplicativo, e, assim que ele começar a tremer, um “X” irá surgir no canto do programa. Toque nesse X epara se livrar dele. Não esqueça de também apagar o software no iTunes do computador, ou ele será reinstalado da próxima vez que o iPad for sincronizado.

Nova assinatura
A assinatura padrão do iPad é “Enviado do meu iPad”. Essa declaração, um tanto quanto esnobe, aparecerá em todas as mensagens que forem enviadas do dispositivo. Uma vez que o entusiasmo da compra do iPad tenha passado, talvez seja a hora de mudar essa informação.

Vá até Mail, Contatos, Calendários na página de Ajustes e então escolha Assinatura. O usuário pode escrever o que bem entender para servir de assinatura, ou deixar o campo em branco, caso queira manter o anonimato. 

Silêncio!
Para aqueles que odeiam quando o computador emite sons e cliques quando digita ou ao receber novos e-mails, o silêncio pode ser uma dádiva – e preserva sua sanidade. Vá na página de Ajustes, entre em Geral e escolha Sons.

Nessa seção é possível desativar os sons que são tocados ao receber um e-mail, ser lembrado de um evento no calendário ou ao destravar o iPad – até mesmo os  cliques do teclado podem ser desativados. Caso não queira desligar totalmente os sons do tablet, você pode pelo menos diminuir o volume.

Fonte: Macworld Brasil