Pense Diferente!

Apple Specialist

Archive for December, 2010

Posted by giordano on December 3, 2010

Rede de servidores DNS P2P pode dar origem a uma Internet pirata

Algumas pessoas ligadas ao grupo que atua nos bastidores do site de compartilhamento de arquivos Pirate Bay divulgaram planos para a criação de um sistema de nome de domínios (Domain Name System, ou DNS) peer-to-peer, chamado P2P DNS.

O DNS é a tecnologia de bastidores que converte os endereços Internet compreensíveis usados pelos humanos (como www.pcworld.com) em endereços IP pelos quais os computadores ligados à Internet são efetivamente conhecidos (como 70.42.185.10).

O DNS é geralmente chamado de “catálogo telefônico da Internet” e praticamente todo computador do planeta faz uso dele. Em termos simples, o DNS é como uma grande base de dados construída a partir de várias fontes independentes. Nomes de domínio que terminam em .com, .org, .edu e assim por diante são controlados por organizações que compartilham os dados de onde os computadores “moram” com o resto do mundo via sistema DNS.

As pessoas por trás do sistema P2P DNS sugerem que este sistema centralizado tem um ponto fraco: os governos podem fazer uso dele para censurar a Internet. Este é, de fato, o principal motivo que impulsiona o desenvolvimento do novo sistema. Recentemente, o Departamento de Segurança Interna dos EUA sequestrou 82 domínios que supostamente teriam violado leis locais, e uma agência especializada de combate ao crime organizado no Reino Unido anunciou intenções de fazer uma operação semelhante com os nomes de domínio co.uk.

Esses sequestros são simples. Os governos contatam as empresas de domínio de primeiro nível e, usando poderes legais, as forçam a mudar o registro e alterar a entrada DNS para que os visitantes sejam levados a computadores do governo (geralmente uma página com um aviso sobre o que aconteceu).

Não é que o site verdadeiro tenha sido mesmo sequestrado ou que seus dados tenham sido extirpados de vez da Internet. A estrutura permanece intacta. Ocorre apenas que o registro DNS não aponta mais para o site.

O grupo não forneceu mais detalhes da proposta, mas é certo que as mentes por trás do P2P DNS terão muitos obstáculos pela frente. O DNS é uma das tecnologias de Internet mais confiáveis e consensuais. Alterá-la exigirá algum esforço.

Em tese, o P2P DNS seria similar, em estilo, ao BitTorrent. O sistema proposto seria descentralizado e não confiaria em um único computador para receber ordens. Ele provavelmente trabalharia com o sistema DNS existente, talvez com uma cópia da informação DNS atual. Esses dados viajariam pela rede de clientes, mas com a diferença crucial de que qualquer sequestro governamental de entradas DNS seria ignorado.

Os usuários finais instalariam software P2P DNS e então alterariam a configuração de seus computadores para usá-lo como um servidor DNS em vez de usar o servidor DNS fornecido por seu provedor de acesso. (Geralmente os detalhes sobre o DNS são configurados de forma automática, quando você liga o computador.)

Os usuários terão de configurar seus roteadores para permitir que os dados peer-to-peer DNS passem pelo firewall e será este um dos primeiros desafios para a disseminação do P2P DNS. Somente um computador por trás de um típico roteador DSL, desses encontrados nos lares e nas pequenas empresas, seria capaz de integrar completamente o serviço, por causa das limitações da tradução de endereços de rede (Network Address Translation, ou NAT).

Você já deve ter enfrentado essa limitação se um dia tentou configurar um conexão pass-through no BitTorrent em seu roteador; os dados que chegam por uma porta são enviados para apenas um dos computadores da rede.

Contudo, o maior desafio do P2P DNS será a latência – a velocidade com que o serviço opera. Servidores DNS mantidos por provedores de acesso têm de ser rápidos, porque eles são o primeiro passo na busca de uma página web para o usuário. Serviços peer-to-peer como o BitTorrent envolvem uma boa dose de latência. Tudo bem quando você quer compartilhar arquivos, pois não há pressa. Mas esperar mais que um segundo ou dois por uma página web pode ser bem desagradável.

E seria o novo sistema compatível com IPv6, que está prestes a virar o protocolo padrão da Internet?

Dito isso, o P2P DNS é uma ideia intrigante. Se for bem sucedida, poderia criar uma Internet underground – algumas vezes chamada de darknet. Os dados da darknet viajariam na mesma Internet que eu e você usamos, mas apenas aqueles com um P2P DNS seriam capazes de chegar a esse conjunto de sites e serviços darknet.

A história parece coisa de ficção científica, e é isso que a faz parecer mais legal. Ou pelo menos seria, se não abrisse a possibilidade para todo tipo de atividades ilegais e desagradáveis.

Terroristas adorariam apoiar a P2P DNS, por exemplo, bem como pedófilos. Essencialmente, a darknet seria uma zona sem lei, impossível de policiar. No entanto, ela também burlaria qualquer tentativa de censura.

Fonte : IDG NOW

Posted by giordano on December 2, 2010

Instale seus Apps em diversos aparelhos.

Quando você compra ou baixa gratuitamente um aplicativo pela App Store, ele fica associado a sua conta (ID Apple), o que impede que ele funcione em um aparelho que não possui a mesma identificação. Essa associação é intransferível; você não pode mudar o “proprietário” do aplicativo, ele será para sempre ligado à mesma conta.

O que talvez nem todo mundo saiba é que a Apple mesmo assim permite que o mesmo aplicativo seja instalado em até 5 aparelhos diferentes ligados à mesma conta. Isso quer dizer que você poderá compartilhar seus apps com membros de sua família ou até instalá-los ao mesmo tempo em vários de seus dispositivos.

Em geral, todos os aplicativos feitos para o sistema iOS funcionam tanto no iPhone quanto no iPod touch e iPad. A exceção é feita para apps que exijam características particulares de hardware, como câmera frontal, SMS ou maior processamento de gráficos, por exemplo. Aplicativos feitos somente para a tela maior do iPad não rodam no iPhone/iPod.

Por isso, se você for comprar agora um iPad, saiba que todos os aplicativos que você já tem funcionarão também no tablet. Nem todos são universais (adaptados para diversos tamanhos de tela), mas um botão de zoom faz com que você visualize em tela cheia o seu app.

Para instalar em outros aparelhos, será preciso usar o ID Apple e a senha usada para baixar o aplicativo. É por essa razão também que o programa iTunes limita a sincronização do aparelho: você só pode sincronizar apps e músicas em apenas um computador (uma das coisas mais chatas do programa). Você até pode “emprestar” um aplicativo para amigos, mas precisará passar a sua senha para eles, o que nem sempre é uma boa ideia.

É sempre bom lembrar que, ao usar pela primeira vez uma conta em outro aparelho, um procedimento de segurança pedirá que você redigite o código de segurança de seu cartão, caso a conta tenha um cartão associado.

Fonte: Blog do iPhone

Posted by giordano on December 2, 2010

O que você precisa saber antes de adquirir um iPad

Apesar de algumas pessoas acharem de que o iPad é uma espécie de “iPod Touch gigante”,  o fato é que o tablet da Apple, que chega ao Brasil na próxima sexta-feira, 3/12, vai muito além disso. Ele é uma ótima maneira de se curtir música, vídeos e muito mais.  Ele possui uma ótima tela touchscreen de 9,7 polegadas e resolução 1024×768 pixels, bom alto-falante embutido, e, em determinados modelos, a opção de conexão em redes 3G, além de Wi-Fi.

A tela grande e de alta resolução do iPad significa que ele traz um melhor experiência de vídeos e games em um aparelho portátil iOS, além de ser o melhor leitor de quadrinhos virtuais de que se tem conhecimento, com ótimos apps da Marvel, DC Comics e Image, entre outras editoras. E o alto-falante embutido é bom o bastante para que você normalmente não precise de fones de ouvido ou falantes externos para essas experiências mais casuais.

O  tablet também funciona como um ótimo leitor de livros eletrônicos. E como o aplicativo iBooks, da Apple, suporta arquivos em PDF, você pode carregar seu iPad com arquivos desse tipo para lazer e trabalho. E, é claro, existem milhares de aplicativos nativos ou portado para o aparelho disponíveis na App Store.

Para quem não gosta de digitar em teclados virtuais, há a opção de utilizar um teclado Bluetooth ou até de cases que trazem teclados embutidos do mesmo tipo. Logicamente, isso encarece o produto.

ipad_300

iPad chega às lojas brasileiras em 3/12, com preços a partir de R$1.649

Assim como em todos os outros países onde já está disponível, serão vendidas duas versões do tablet no Brasil (divididas em três opções de capacidade): uma apenas com conexão Wi-Fi e outra mais completa, com Wi-Fi e 3G. O modelo 3G é uma boa pedida para quem busca mobilidade e praticidade, sendo que foi, inclusive, eleito “o dispositivo móvel do ano” pela revista especializada Wired.

A exemplo do iPhone 4, o iPad utiliza chips micro-SIM, diferentes do padrão mais usado no Brasil (mini-SIM), mas já disponíveis para compra nas principais operadoras de telefonia celular brasileiras.

E com o recente lançamento do sistema iOS 4.2, o tablet finalmente possui recursos já disponíveis há meses no iPhone e iPod Touch, como multitarefa, pastas e caixa de entrada de e-mail unificada

No Brasil
O tablet chega ao País oito meses após ser lançado nos EUA com dois modelos disponíveis. Por aqui, o aparelho terá preços sugeridos de 1.649 reais para a versão de 16GB; 1.899 reais para 32 GB; 2.199 reais para 64 GB, para os modelos Wi-Fi; e 2.049 reais para 16 GB; 2.299 reais para 32GB; e 2.599 reais para 64 GB para os modelos Wi-Fi + 3G.

O iPad será vendido apenas em redes de varejo por enquanto. Até o fechamento desta matéria, as operadoras de telefonia celular do País não anunciaram previsão de lançar o tablet ou planos de dados específicos para o aparelho.

Em razão do considerável atraso no lançamento nacional, o iPad perdeu a chance de ser o primeiro tablet do mercado brasileiro, posto que ficou com o rival Galaxy Tab, Samsung, que utiliza o sistema Android, e traz alguns diferenciais como câmeras frontal e traseira (para vídeo e foto), TV digital e analógica (exclusivas para o Brasil), recursos de chamada por vídeo e telefone (com chip mini-SIM “tradicional) e tela menor (de 7 polegadas).

Vale lembrar que a Apple deve anunciar no começo do ano que vem o iPad 2. Rumores recentes apontam que a próxima geração do aparelho terá câmeras para videochamada e conexão USB.

É bom para: pessoas que procuram um substituto mais prático e leve para um netbook, ainda mais com a opção de teclados Bluetooth; quem viaja muito, pois é um ótimo “companheiro de estrada”, com opções de assistir a vídeos, ler e-books, aplicaitvos de notícias e HQs virtuais; quem gosta de games, com sua ótima tela, acelerômetro e processador A4 de 1GHz; quem quer um equipamento fácil de usar, para navegar na Internet e ver e-mails.

Não é para: pessoas que usam muito CDs e DVDs, pois ele não possui drive óptico; quem quer realizar videochamadas ou fotografar (ao contrário do concorrente Galaxy Tab, o tablet da Apple não possui câmeras); quem precisa de muito espaço para armazenar arquivos, pois o iPad possui um máximo de 64 GB de capacidade (não expansível); pessoas que querem acessar sites em Flash, formato que não é suportado nos equipamentos da Apple.

Fonte: Macworld Brasil

Posted by giordano on December 1, 2010

Saiba qual Mac é ideal para o seu perfil

O décimo terceiro está aí e você decidiu investir seu rico dinheirinho em um Mac? Ou mesmo presentear “um sortudo” com um computador da Apple neste fim de ano? Pois saiba que é bom analisar bem o tipo de modelo escolhido, para não gastar mais do que o necessário ou mesmo investir em um equipamento que não traz os recursos que você precisa.

Macworld testou todos os equipamentos da Apple, desde o Macbook de 3.199 reais até o Mac Pro de 16.849 reais, e pode ajudá-lo na hora de comprar o modelo certo, levando em conta o tipo de tarefa que a pessoa pretende realizar com ele

Neste guia, explicamos as características de cada um, mostramos as diferenças das versões anteriores e exibimos os resultados dos testes de desempenhos realizados com os equipamentos. Assim, você sabe exatamente o que esperar deles.

MacBook
O portátil Macbook foi recauchutado em maio, e as mudanças foram bem-vindas, mas não tão impactantes: um processador melhor, bateria com mais autonomia, trackpad com suporte para scrolling por inércia (a página não para imediatamente após o comando de rolagem ser interrompido), o Mini DisplayPort (que possui suporte para saídas de áudio e vídeo, com o uso de um adaptador) e um novo chip gráfico.

Tirando isso, a versão deste ano do laptop é bem similar ao antecessor. Continua sendo feito em uma única peça feita de plástico, com bateria não-removível e pelo preço de 3.199 reais.

Os modelos anteriores não possuíam FireWire, e isso continua acontecendo com o MacBook atual. Ele possui duas portas USB 2.0 para conectar um disco rígido, mouse, câmera ou qualquer outro periférico. O dispositivo possui também uma porta Gigabit Ethernet e vem com Wi-Fi e Bluetooth.

macbook01.jpg

Configurações: só há uma configuração disponível para o MacBook, com tela de 13,3 polegadas, e que pesa 2,13 kg. Por 3.199 reais, o usuário leva um equipamento com processador Core 2 Duo de 2,4 GHz, 2GB de RAM DDR3, 250GB de HD, SuperDrive 8X e a Nvidia GeForce 320M integrada ao sistema gráfico, que utiliza 256MB da memória principal para vídeo.

Performance: como as mudanças foram relativamente mínimas, o novo MacBook é um pouco mais rápido do que seus antecessoers (2,4 GHz na versão mais atual, comparado com os 2,26 GHz anteriores). O modelo atual da GeForce 320m proporciona uma melhoriaa significativa, em comparação à aceleradora gráfica GeForce 9400 utilizada anteriormente. Comparado com com o MacBook Pro de 13 polegadas com processador Core 2 Duo de  2,4 GHz, o MacBook foi tão rápido quanto a versão Pro em alguns testes realizados.

Conselho de compra da Macworld: as pessoas adoram o MacBook porque é o modelo mais barato e consegue realizar muito bem as maioria as tarefas mais comuns, como navegar na Internet, escrever textos ou curtir um vídeo. Caso precise de FireWire ou realize processos que exigem muito do processador com muita frequência, vale a pena considerar levar um MacBook Pro.

MacBook Pro
A estrutura única de alumínio do MacBook Pro não mudou desde que foi apresentado em 2008. Assim como seu irmão menor, as mudanças foram internas.

Os modelos de 15 polegadas saíram dos processadores Core 2 Duo e foram para chips Core i5 e Core i7; no caso do MacBook Pro de 17 polegadas, o processador Core 2 Duo teve um upgrade para o Core i5. Ambas versões de do laptop possuem um processador gráfico integrado e dedicado com uma nova tecnologia que decide automaticamente quando alternar do modo de economia de energia para o modo mais poderoso.

Assim como nos modelos anteriores, o MacBook Pro de 13 polegadas usa um processador Core 2 Duo, apesar de a versão do chip desse ano ser mais rápida. Esta versão do laptop ainda usa um processador gráfico integrado, mas a Nvidia GeForce 320 substitui a versão 9400 encontrada no modelo anterior.

Configurações: há, no total, seis tipos de máquinas disponíveis. A mais simples é o MacBook Pro de 13 polegadas com processador Core 2 Duo de 2,4 GHz, 4 GB de RAM e 250GB de HD custa 3.799 reais. Há também uma versão de 13 polegadas do MacBook Pro com processador Core 2 Duo de 2,66 GHz , 4GB de RAM e disco rígido de 320 GB, que sai por 5.099 reais.

No caso do modelo de 15 polegadas, há três versões; por 6.499 reais, é possível adquirir o MacBook Pro com processador Core i5 com 2,4 GHz, HD de 320 GB e um chip gráfico dedicado NVidia GeForce GT 330M de 256 MB, com vídeo Intel onboard integrado. O próximo modelo (7.099 reais) possui as mesmas configurações gráficas do modelo anterior, mas com processador Core i5 de 2.53GHz e 500GB de HD.

A versão mais avançada do MacBook Pro de 15 polegadas traz  processador Core i7 de 2,6 GHz, 500 GB disponíveis no disco rígido, placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce GT 330 com 512 MB de RAM e video Intel onboard integrado – tudo isso por 7.699 reais. Todos os modelos de 15 polegadas trazem 4GB de RAM.

O MacBook Pro de 17 polegadas tem processador Core i5 de 2,53 GHz, 4GB de RAM, disco rígido de 500 GB, chip Nvidia Geforce GT 330M dedicado com 512MB de vídeo RAM e vídeo Intel onboard, pelo preço de 8.199 reais.

macbookpro02.jpg

Nas versões 15 e 17 polegadas, esses notebooks são os únicos da linha da Apple que possuem a opção de tela antireflexiva de alta resolução disponível  - são 525 reais adicionais para o modelos de 15 polegadas do MacBook Pro e 175 reais, no caso do dispositivo de 17 polegadas. Os equipamentos têm pesos a partir de 2,04 kg.

Performance: o MacBook de 15 polegadas com processador Core i7 de 2,66 GHz foi o mais rápido no teste com o Speedmark 6.5. A versão de 13 polegadas com processador Core 2 Duo de 2,66 GHz mostrou desempenho similar, quando comparado ao MacBook Pro de 15 polegadas com processador Core i5 de 2,4GHz. Próximo da performance dos modelos de 13 e 15 polegadas, a versão de 17 polegadas não impressionou, mas a tela maior pode ser uma necessidade para alguns usuários.

O MacBook Pro de 3.799 reais foi levemente mais rápido que o MacBook tradicional. Ao decidir entre um MacBook e um MacBook Pro de 13 polegadas, a decisão fica a critério da necessidade de FireWire e a preferência por plástico ou alumínio.

Conselho de compra da Macworld: se você estiver na dúvida entre um portátil MacBook de 3.199 reais e 3.799 reais por um MacBook Pro de 13 polegadas, considere gastar 600 reais a mais para conseguir a versão Pro. Essa quantia extra irá trazer recursos que o modelo padrão não possui, tais como FireWire, leitor de cartões SD e mais memória RAM. Se estiver procurando o MacBook Pro mais rápido, o modelo de 15 polegadas com processador Core i7 com 2,66 GHz é a escolha certa.

MacBook Air
Quando o novo MacBook Air chegou, em outubro de 2010, fazia um ano desde que a linha de laptops ultrafinos da Apple recebeu o último upgrade. Felizmente, as mudanças não desapontaram. A empresa apresentou o novo MacBook Air de 11 polegadas juntamente com uma versão com 13  polegadas, ambas aprimoradas. O notebook está mais fino, com design mais leve e com armazenamento em flash, em vez de discos rígidos.

Configurações: há quatro tipos de MacBook Airs para escolher (dois para 11 polegadas e outros dois para 13 polegadas). Todos trazem 2GB de memória RAM e placa Nvidia GeForce 320M.

O nível mais simples é modelo de 11 polegadas com Core 2 Duo de 1.4GHz e 64GB de memória SSD por 3.199 reais. O outro modelo de 11 polegadas possui o mesmo processador, porém possui espaço para armazenamento de 128GB em flash, com preço de 3.799 reais. Ambos dispositivos vêm com tela LED de alta resolução de 1366 por 768.

macbookair03.jpg

Assim como  a versão de 11 polegadas, a única diferenças entre os MacBook Airs de 13 polegadas é a quantidade de memória disponível. Ambos possuem processador Core 2 Duo de 1.86GHz, mas o laptop de 4.599 reais conta com 128GB de espaço, enquanto a outra versão de 13 polegadas possui 256GB e custa 5.699 reais.

Performance: O armazenamento em memória flash e a placa Nvidia GeForce 320M do MacBook air aceleram o desempenho do laptop. Mesmo o modelo de 11 polegadas ser o mais lento da linha da Apple, ele traz grandes melhorias em relação a versão antiga de 13 polegadas. Já a atual versão com 13 polegadas possui exatamente o mesmo processador em relação ao ano passado, mas teve a performance dobrada em comparação a seu antecessor.

Conselho de compra da Macworld: mesmo não sendo uma máquina que impressiona na velocidade, é rápido o suficiente para uso doméstico (acesso à internet, e-mail, ferramentas de produtividade e mesmo edição de vídeo imagem leves). O MacBook Air é para quem aposta na portabilidade, especialmente em sua versão de 11 polegadas. Mas lembre-se que a Apple descartou alguns itens, como drive óptico (leitor de DVD/CD) para chegar a um equipamento tão compacto. Se esse item é importante para você, é melhor pensar em outro modelo

Mac Mini
O deskotp Mac mini passou por dois modelos no ano passado até chegar à configuração que temos hoje. A máquina, inclusive, foi totalmente redesenhada: a carcaça de alumínio substituiu o plástico branco. O novo modelo é também muito menor do que seu irmão mais velho. Os novos recursos incluem leitor de cartão SD e a fonte e energia dentro do próprio computador. O Mac mini também possui um painel inferior removível, para que o usuário possa fazer um upgrade na memória RAM.

A Apple também oferece o novo Mac mini com Snow Leopard Server (3.699 reais) que conta com processador Core 2 Duo de 2,66 GHz e um par de HDs de 500GB que podem ser configurados com RAID – esse modelo não possui drive óptico.

macmini04.jpg

Configurações: o Mac mini de 2.699 reais possui processador Core 2 Duo de 2,4 GHz, disco rígido de 320 GB e uma Nvidia GeForce 320M. Saiba que é preciso comprar teclado, mouse e monitor separdamente – o computador possui saídas HDMI e Mini DisplayPort e a Apple inclui somente um adaptador HDMI para DVI.

Performance: Seu processador é 13,5% mais rápido do que seu antecessor de 2.26 GHz. Durante os testes, o novo Mac mini manteve o ritmo em relação ao modelo de 2.53 GHz do ano passado.

Conselho de compra da Macworld: o Mac mini é um bom desktop, com preço relativamente barato e cabe no orçamento de novos usuários de Mac. Ele tem potência para todos, menos para profissionais que necessitem de uma performance muito avançada. Além disso, é pequeno o suficiente para servir como central de entretenimento doméstico. Mas é preciso incluir no seu preço os itens que não acompanham o equipamento.

iMac
O computador “all-in-one” (monitor e CPU em único equipamento) da Apple foi melhorado em julho, com novos processadores e chips gráficos. Os iMacs estão disponíveis nos modelos com tela widescreen de 16:9 com 21,5 ou 27 polegadas. Traz no pacote um teclado sem fio da Apple e um Magic Mouse, mas caso o pedido seja feito online via Apple Store, é possível trocar gratuitamente o teclado por uma versão com fio e teclado numérico e pedir um Apple Mouse, em vez do Magic Mouse, também sem custo adicional. O novo Magic Trackpad também pode ser inserido no pacote por 269 reais adicionais.

Todos iMacs saem de fábrica com 4 GB de RAM, um SuperDrive, Wi-Fi, Bluetooth, uma câmera iSight, quatro portas USB 2.0, uma porta FireWire 800, leitor de cartão SD e alto-falantes integrados.

Configurações: há dois tipos de iMacs de 21,5 polegadas. O primeiro vem com processador Core i3 de 3,06 GHz, 500 GB de espaço para armazenamento e placa de vídeo ATI Radeon HD 4670 de 256 MB por 4.999 reais. A outra configuração do modelo de 21,5 polegadas apresenta processador Core i3 de 3.2 GHz, HD de 1TB e placa ATI Radeon HD 5670 de 512MB sai por 5.899 reais.

imac05.jpg

Há também dois modelos do iMac de 27 polegadas. Com processador Core i3 de 3.2 GHz, o primeiro tipo de iMac de 27 polegadas tem 1 TB de HD e placa de vídeo ATI Radeon HD 5670 de 512MB custa 6.799 reais. Já a outra versão vem com processador Core i5 de 2,8 GHz, 1TB de espaço e ATI Radeon HD 5750 de 512MB ao preço de 7.799 reais.

Performance: os benchmarks mostraram que os três iMacs com processadores i3 têm desempenho muito parecido. Contudo, a diferença de velocidade entre os iMacs com Core i3 e os modelos de 27 polegadas com Core i5  de 2,8 GHz  é significante. Na verdade, o iMac i5 não está tão longes do Mac Pro básico, em termos de performance.

Conselho de compra da Macworld: já que a performance é similar, o critério de seleção entre os dois iMacs de 21,5 polegadas fica para o espaço em disco; a versão de 27 polegadas é obviamente mais veloz. O iMac continua a ser um computador all-in-one atraente para a família, escritórios e ambientes de negócios. Você ocupa pouco espaço e tem uma tela que permite ver um DVD sem problemas. Se estiver procurando por um Mac novo ou está fazendo um upgrade em uma máquina com alguns anos de vida,  ficará satisfeito com com o desempenho e os recursos dos novos modelos.

Mac Pro

O computador mais avançado da Apple, para usuários profissionais, ganhou uma versão melhorada no fim de julho deste ano. A linha Mac Pro expandiu de dois para três configurações padrão: há desde o modelo com processador quad-core até aquele com 12 núcleos de processamento; entre elas fica o Mac Pro de 8 núcleos. Todos também possuem como placa de vídeo padrão a ATI Radeon HD 5770 de 1 GB.

Configurações: o primeiro Mac Pro conta com processador quad-core Xeon Nehalem de 2,8 GHz, 3 GB de RAM e HD de 1 TB, a partir de 8.299 reais. Já o irmão do meio possui dois processadores quad-core Xeon Nehalem de 2,4 GHz, 6GB de RAM e 1TB de espaço em disco pode ser comprado pelo preço de 11.599 reais. O mais poderoso dessa lista é o Mac Pro com dois processadores Xeon Westmere de 6 núcleos, 6GB de RAM e 1Tb de espaço, e é adquirido pela modesta quantia de 16.849 reais.

Esse equipamento possui inúmeras opções de personalização de pedidos – com as opções mais caras e todos acessórios disponíveis incluídos, além de dois monitores, o teto de preço do Mac Pro atingiu mais de 66 mil reais. Isso mesmo. É possível, por exemplo, adicionar mais memória RAM – até 32GB para cada Mac Pro.

A Apple preenche apenas uma das quatro gavetas de HD disponíveis no pacote padrão, logo o usuário pode adicionar mais discos rígidos ou drives SSD, ou mesmo configurá-los como RAID. Outra customização disponível é adicionar um segundo SuperDrive ou fazer um upgrade na placa de vídeo. A lista completa de opções pode ser encontrada na página de especificações técnicas do Mac Pro.

macpro06.jpg

Performance: os Mac Pros são velozes – a pontuação de desempenho no Speedmar 6.5 foi mais do que o dobro obtida em um Mac mini de 2,4GHz. Para conseguir ainda mais performance de um Mac Pro, uma dica é utilizar um software que aproveite os múltiplos núcleos de processamento.

Durante os testes realizados, o modelo com oito núcleos se deu melhor em relação ao modelo quad-core por muito pouco, entretanto foi superior em programas desenvolvidos para máquinas com múltiplos núcleos. O Mac Pro com 12 núcleos é o mais rápido testado até hoje.

Conselho de compra da Macworld: o Mac Pro é ideal pra quase todas as tarefas, principalmente para usuários que desejam expandir a capacidade de hardware ou processamento. Sim, são máquinas extremamente caras, entretanto a compra vale a pena para determinados profissionais (como os que trabalham com imagens), e não ficam completamente obsoletas em quatro ou cinco anos. Caso não queira necessariamente expansibilidade e sim velocidade, a melhor escolha é um iMac de 27 polegadas com processador Core i5 de 2.8GHz.

Posted by giordano on December 1, 2010

Sites para ser mais produtivos no Gmail

Gmail é uma das ferramentas mais utilizadas por usuários do mundo todo para gerenciar tarefas pendentes. Muitos o usam apenas para enviar e receber emails, mas muitos outros aprenderam a usar diferentes recursos e técnicas para transformá-lo numa excelente ferramenta de trabalho.

Vamos ver alguns sites que podem nos ajudar para ampliar suas funcionalidades.

otherinbox.com

Compatível com Gmail e Yahoo pode organizar os emails classificando o correio segundo a empresa que o envia, permitindo ter categorias como viagens, bancos, ofertas, etc.

dokdok.com

dokdok

Permite comparar as diferentes versões de arquivos anexos no Gmail.

taskforceapp.com

task

Para dividir as mensagens em três categorias, separando tarefas, mensagens e alertas.

activeinboxhq.com

activeinbox

Transforma os emails em tarefas agrupadas por projetos, com opção de adicionar notas e encaminhar mensagens para uso pessoal.

syphir.com

Permite criar filtros avançados para destacar emails importantes, marcando os que faz muito tempo que estão no inbox, os que foram encaminhados apenas para nós, os que tem algumas palavras chave, os que precisam de resposta imediata…

todoist.com

Todoist permite classificar as tarefas pendentes por projeto, associando uma data prevista a cada uma e mostrando cores para cada estado.

Tem outras ferramentas, como as que encontram emails muito grandes, as que adicionam um buscador Instant, as que limpam mensagens pouco importantes ou as que gerenciam contatos.

Fonte: wwwhatsnew

Posted by giordano on December 1, 2010

MagSafes passados ainda assombram a Apple

Antigo modelo de MagSafe Novo modelo de MagSafe

De alguns meses para cá, a Apple trocou todos os conectores de plástico brancos nos carregadores MagSafe que acompanham seus laptops por plugues de alumínio, com uma dinâmica diferenciada para o cabo de força. Um possível motivo para essa mudança pode ter sido a praga de defeitos nesse componente, a qual culminou com um processo aberto em 2009. O problema era grave e um usuário quase teve a casa incendiada por conta de defeitos no MagSafe de seu MacBook Pro!

Outras pessoas não tiveram tanta sorte, porém, e as chamas conseguiram vencer o “quase”. Foi o que aconteceu com uma família que teve sua residência destruída em maio de 2008 por conta de um MagSafe defeituoso. Felizmente, os danos foram apenas materiais e a seguradora responsável a pagou US$75 mil por conta da ocorrência.

Daí, alegando que a Apple teria “desenhado e fabricado negligentemente” o conector magnético, a companhia seguradora levou a Maçã aos tribunais, exigindo ressarcimento pelo que teve que pagar ao desafortunado dono do MacBook que pegou fogo.

Anos depois do fato, quando os MagSafes até de design mudaram, vem um fantasma assombrar a equipe jurídica da Maçã. Para quem tem um modelo antigo, nunca é demais seguir as recomendações da nave-mãe para evitar desgaste do cabo e, claro, ficar sempre atento para qualquer sinal de mau funcionamento (se a luzinha apagar ou o conector começar a ficar muito quente, desligue-o imediatamente).

Fonte: MacMagazine