Bateria do MacBook

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

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Quem compra um notebook deseja, em primeiro lugar, portabilidade. Poder andar por aí com a sua vida digital embaixo do braço é algo maravilhoso. No entanto, usar seu Mac dentro do carro, em um escritório ou na casa de um amigo está diretamente ligado à bateria do notebook em questão.

No caso dos MacBooks (sejam eles White, Black, Pro ou Air), a Apple garante qualidade e um maior tempo de duração da carga. Porém, existem alguns truques e ações que podem aumentar a vida útil e a duração da carga da sua bateria.

Assim como você se preocupa com rotinas de manutenção do Mac OS X, é importante dar um pouquinho de atenção à bateria do MacBook, pois é ela a principal responsável pela mobilidade do seu computador.

Quantas horas deve durar uma carga de bateria? Ouvi falar em um processo de calibragem, como funciona? Quantos ciclos dura uma bateria, em média? Essas são apenas algumas das dezenas de perguntas que são diariamente bombardeadas em fóruns de discussão e comunidades.

90% restante…

Já pensou se a energia pudesse ser transmitida pelo ar, assim como os sinais wireless ou Bluetooth? Pesquisadores já estão trabalhando nesta grande invenção, no entanto, enquanto a energia sem fio não chega, os notebooks continuam dependendo de fios, tomadas e baterias. (Saiba mais sobre a transmissão de energia sem fio neste artigo.)

Li-Ion

Energia.No caso dos notebooks (e também outros produtos) da Apple, todas as baterias são do tipo Íon de Lítio, consideradas as mais modernas até agora. A primeira coisa a se prestar atenção quanto a esse tipo de bateria é que, diferente das outras, as baterias de Íon de Lítio não “viciam”.

Ou seja, carregá-las e descarregá-las totalmente não é um processo negativo. Muito pelo contrário, esta é a base para a calibragem da bateria, que veremos mais para frente.

Outra característica que vale a pena citar é que, para evitar acidentes (explosões, na verdade), os fabricantes das baterias deste tipo criam mecanismos que impedem que ela funcione a 100% de capacidade, utilizando no máximo 90% deste valor.

Vida útil e manutenção

Antes de mais nada, é importante verificar a atualização do seu Mac OS X. Em Março deste ano, a Apple liberou um patch  intitulado AboutBatteryUpdater 1.4 que visa ampliar a capacidade da carga da bateria caso o MacBook seja desligado e deixado sem uso por um período de tempo.

Ciclos, saúde e o que mais?

O próximo passo é saber qual é o estado atual da bateria do seu MacBook. Para isso, há algumas maneiras, mas antes, vale a pena conhecer os três principais conceitos utilizados na medição de uma bateria:

Carga (charge): é a comparação entre a capacidade máxima da bateria e a porcentagem que está “cheia”. Exatamente agora, minha bateria está com 4397 mAh. A capacidade máxima atual é de 4873mAh e o indicador está mostrando 100% de carga, já que o MacBook está ligado na tomada.

Ciclo: cada vez que o Mac fica fora da tomada e gasta os 4873 mAh, capacidade da bateria do exemplo, é contado um ciclo.

Saúde (health): compara a capacidade máxima atual da bateria com a capacidade máxima original. Exemplo: a capacidade original da bateria era de 5020 mAh, e agora é 4873 mAh, mantendo uma saúde de 97%.

1. A primeira maneira e a mais simples é utilizar  as próprias ferramentas do sistema. Na pasta de Aplicativos, procure a pasta Utilities -> System Profiler. Nesta janela, você tem todas as informações sobre o seu Mac, incluindo a bateria. Nesta aba, há informações preciosas que indicam como está a saúde da bateria, quantos ciclos ela completou e muito mais.

Sistema.

2. A segunda opção é utilizar o famoso iStat, um widget que deixa na Dashboard diversas informações sobre o seu Mac, incluindo dados sobre a bateria. Simples e direto, o iStat traz informações sobre os ciclos, saúde e carga da bateria.

iStat.

3. Se preferir uma análise mais completa, vale a pena conhecer o CoconutBattery, uma ferramenta gratuita e muito confiável que fornece ao usuário dados comparativos entre a capacidade original da bateria e a que ela oferece agora.

CoconutWifi

Calibrar a bateria?

Se você frequenta fóruns de discussão ou comunidades do Orkut sobre Mac, já deve ter ouvido falar na tal calibragem da bateria. Mas como fazê-la e quais são seus benefícios?

Dúvidas?

A própria Apple aconselha que os usuários calibrem suas baterias uma vez por mês, em média. O processo consiste, basicamente, em fazer a descarga e recarga completa da bateria. Fazendo isso, você está reestabilizando a saúde e, consequentemente, o desempenho da bateria do notebook. Além disso, muitos problemas relacionados a baterias não reconhecidas e baterias que carregam até a metade podem ser solucionados com uma simples recalibragem.

Siga os passos abaixo para calibrar a bateria de seu MacBook:

1. Conecte o MacBook à tomada e aguarde que os indicadores apresentem 100% de carga.

2. Deixe o notebook conectado à tomada por mais duas horas. Você pode utilizá-lo normalmente durante este período.

3. Desconecte o MacBook da tomada, salve todos os seus documentos abertos e continue o uso normalmente, até que a bateria seja descarregada por completo e o Mac entre em Sleep automaticamente.

4. Ainda fora da tomada e com a bateria completamente descarregada, deixe o Mac em repouso por mais ou menos 6 horas.

5. Conecte o MacBoook à tomada novamente e deixe que a bateria seja completamente carregada.

Pronto! Com estes cinco simples passos, a qualidade da bateria do seu MacBook está garantida. É recomendado realizar este processo todo mês ou a cada 25 ciclos. Uma dica é fazer isso à noite, antes de dormir, devido ao longo tempo que o MacBook deve ficar em repouso e com a bateria totalmente descarregada.

Careca de saber


Se eu uso o MacBook só na tomada, posso retirar a bateria?

Os produtos da Apple utilizam a bateria de Li-Ion, que não corre o risco de “viciar”. Portanto, tirar a bateria de seu MacBook não é necessário. Além disso, a bateria é utilizada como proteção no caso de picos de tensão provocados pela energia que vem do MagSafe. Ou seja, bateria e MacBook sempre devem andar juntos!

Qual a vida útil da minha bateria?

A Apple garante que, se armazenadas de forma correta, as baterias de Li-Ion apresentam até 80% de sua capacidade original quando chegam à marca dos 300 ciclos.

Se eu não for usar meu MacBook por um longo tempo, devo retirar a bateria?

Caso você for deixar seu notebook no armário e não pretende utilizá-lo por algum tempo, a bateria não só pode como deve ser retirada. A Apple recomenda que seja mantido com 50% de carga.

Quanto deve durar, em média, a carga de uma bateria?

Neste caso, o uso que você esteja fazendo do Mac influi diretamente na capacidade de duração. A média de duração de uma carga completa está entre 3 e 4 horas.

Claro, se você estiver ouvindo música, com a AirPort ligada e gravando um DVD, o gasto de energia é muito maior do que se você estivesse apenas digitando um documento de texto.

Fonte: Baixaki

Programas para limpar e organizar a biblioteca do iTunes

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

Imagem2Se você é um novo usuário do iTunes, logo vai descobrir que mantê-lo organizado é vital para encontrar fácilmente sua música preferida e facilitar o processo de sincronização. Afinal, ele não está entre as ferramentas mais intuitivas. É comum, por falta de conhecimento sobre o programa, usuários criarem listas com músicas duplicadas, links para canções que não abrem (o programa diz que não encontrou a fonte) ou arquivos sem informações.

As músicas repetidas consomem um espaço desnecessário no disco rígido e precisam ser removidas, mas como localizá-las no meio de tantos arquivos e pastas? Infelizmente, o iTunes não oferece muitas informações para solucionar problemas desse tipo, limitando-se a dicas básicas, como a opção Mostrar Duplicados (em Arquivo) que tem como base o título do arquivo e o nome do artista. Se você tiver, por exemplo, uma canção com versão acústica e outra ao vivo, elas aparecem como duplicadas. Para resolver este e outros problemas, é preciso contar com ferramentas extras.

Dupin
O Dupin é uma ferramenta cujo objetivo é filtrar toda a biblioteca do iTunes à busca de faixas repetidas. Ela usa um extenso conjunto de critérios, incluindo o nome, artista, álbum, tempo, tamanho, número da faixa, número do disco e taxa de bits, entre outros. 

Assim que o programa localiza alguma música duplicada,  ele fornece algumas opções para removê-la. O usuário pode escolher apagar somente as  que estiverem com pior qualidade, por exemplo.

Desenvolvido por Doug Adams, o Dupin não é barato (custa 15 dólares) e pode ser baixado diretamente do siteDoug`s AppleScripts for iTunes.

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Dupin localiza faixas repetidas utilizando tags

Song Sergeant

O Song Sergeant vai atrás não só de faixas duplicadas, mas também das faixas órfãs e inconsistentes. As faixas órfãs  são aquelas que provavelmente estão na sua pasta de músicas e não são reconhecidas pelo programa. Geralmente fazem parte de alguma coleção antiga ou que não foi totalmente excluída do computador. As faixas inconsistentes são as com pouca diferença na nomenclatura. Nomes com diferenças entre letras maiúsculas ou minúsculas, falta de caracteres, etc.

Quando o programa localiza algum arquivo dentro dos critérios acima, ele as marca automaticamente e pede que o usuário decida se serão removidas ou importadas para a biblioteca (no caso das músicas órfãs). 

Outro recurso interessante é a sugestão de nomes para as faixas inconsistentes. Por exemplo, caso o programa localize arquivos com o nome “The Rolling Stones” e “Rolling Stones”, será definido um nome preferido pelo usuário para todas as outras.

O Song Sergeant custa 20 dólares.

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Song Sergeant busca por faixas duplicadas, órfãs e inconsistentes

TuneUp

A próxima solução para fazer uma faxina na biblioteca do iTunes é o utilitário TuneUp. Ele custa 30 dólares e além de fazer as mesmas coisas que os programas anteriores, pode corrigir as informações de suas músicas.

Para iniciar a análise, basta arrastar as faixas que deseja avaliar para a janela do TuneUp, que fica no canto direito do iTunes. O processo demora cerca de dois segundos para analisar cada música. Ele faz uma busca em um banco de dados disponível no servidor do programa para comparar as informações de nome, artista, álbum, arte da capa e, então, corrigi-las automaticamente.

Depois de analisadas, as faixas são separadas em três categorias:  “Matches” (faixas corrigidas com exatidão),  “Likely Matches” (possíveis correções) e “Not found” (informações não encontradas).

Você pode salvar todos os dados clicando em Salvar tudo,  Salvar, ou Rejeitar cada faixa individualmente. 

O TuneUp também tem um recurso extra de busca que estabelece links de vídeo do YouTube, encontra biografias, faz recomendações de álbuns, oferece entrada para shows e muito mais.

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TuneUp corrige informações das músicas

Fonte: macworld

7 dicas para digitar melhor no iPhone e no iPod

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1) Como acentuar palavras
Muita gente envia mensagens sem acentos feitas no iPhone porque não sabe como fazer a acentuação. Pois é muito simples. Basta tocar na letra que deve ser acentuada e manter o dedo nela. Surgirá uma lista de opções de acentuação. É só deslizar o dedo até a opção correta.

2) Caracteres especiais
O recurso de manter o botão pressionado também libera caracteres especiais ou mesmo sugere terminações para páginas da Internet. Ao digitar o endereço de um site, por exemplo, mantenha o botão .com pressionado para receber, rapidamente, opções como .org ou .br. Vai mandar uma mensagem em espanhol? É só segurar a interrogação para que ela apareça de cabeça para baixo.

3) Teclado maior
Para ter um teclado maior, basta girar o aparelho para a posição horizontal. Assim ele muda para o modo paisagem, com botões maiores e mais espaço entre eles.

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4) É só deslizar
Ao contrário da maioria dos teclados, o iPhone registra a informação de um botão quando você tira o dedo tecla (não quando você toca nele). Pode parecer estranho, mas se você pressionar uma tecla e perceber que é a errada, basta deslizar seu dedo até a opção correta. 

5) Departamento de correção
O iPhone é bem “esperto”. Ele observa as letras próximas às que você digitou e é capaz de deduzir, com surpreendente precisão, o que você pretendia digitar. Isso significa que, ao perceber que pressionou uma tecla errada, você terá resultados melhores se continuar digitando do que se pressionar a tecla de retorno constantemente para apagar seus erros. Ele sugere, então, uma palavra. Para aceitar, basta tocar na tela. Se não quiser aceitar a palavra sugerida, clique no X. 

6)  Sacuda o iPhone para apagar
Caso você esteja digitando um e-mail ou uma mensagem de texto e cometa algum erro, é só agitar o aparelho para exibir da opção Desfazer Digitação. Chacoalhe  novamente e a opção Refazer Digitação será exibida.

7) Copiar e colar
Esperado recurso que veio com a versão 3.0 do sistema operacional do iPhone. Com ele, você pode pegar um trecho de um texto e inserir em outro programa, como no corpo de um e-mail ou em uma anotação. Para isso, basta tocar duas vezes em um palavra do texto. Ela ficará em azul e com umas bolinhas, que limitam a área a ser copiada. Para ampliá-la, é só arrastar a bolinha. Depois, toque em Copiar. Vá até o arquivo no qual deseja inserir o texto copiado, toque duas vezes na tela e pressione Colar. Pronto.

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Copiar e colar: maneira fácil de mover blocos de texto

Fonte: MacWorld

Por que a Apple está enlouquecendo a concorrência

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

Para compreender quão poderosa a Apple se tornou e como vai continuar conduzindo o mercado a novos rumos, é preciso entender que a Apple não é mais uma mera fabricante de computadores e de eletrônicos de consumo.

“Recentemente conversei com um executivo de uma fabricante de PCs e ele me fez uma pergunta que, por acaso, também é uma importante afirmação de sua parte: ‘Ninguém pode parar a Apple, não é?’ Considerando o crescente domínio da Apple no espaço do smartphone e do tocador de MP3, bem como seus ganhos de mercado nos ambientes doméstico e corporativo com a plataforma Macintosh, a Apple talvez seja a empresa mais influente dentre as de computadores pessoais e de eletrônicos de consumo. E isso está enlouquecendo a concorrência”, diz Tim Bajarin no site da revista PC Magazine.

Ele diz que, para compreender quão poderosa a Apple se tornou e como vai continuar conduzindo o mercado a novos rumos, é preciso entender que a Apple não é mais uma mera fabricante de computadores e de eletrônicos de consumo, e sim uma empresa de distribuição, gerenciamento e agregação de benesses digitais que também produz aparelhos capazes de receber, manipular e visualizar todo tipo de conteúdo digital.

“Um dos anúncios mais impressionantes feitos pela Apple em seu recente evento de lançamento de novos iPods foi o de que a empresa detém os dados dos cartões de crédito de mais de 100 milhões de usuários. Ela não conquistou esses clientes digitais por acaso. Uma das coisas que as pessoas não percebem sobre a Apple é que sua agenda de trabalho contempla os próximos 10 anos. Na verdade, a Apple começou a preparar o terreno para ser uma empresa de distribuição, gerenciamento e agregação de benesses digitais dois ou três anos antes que o primeiro iPod chegasse ao mercado, em 2001. E, daquele momento em diante, a empresa fez disso a espinha dorsal de tudo que lançou até hoje e de toda sua linha de produtos e estratégias futuras”, comenta Bajarin.

Para ele, o fato de possuir uma completa plataforma de hardware e software, além de iPhone e iPod, é outra grande vantagem da Apple. “Isso torna fácil para a empresa criar dispositivos que tiram pleno proveito do conteúdo que oferece. Isso também reforça a posição única da Apple e frustra a concorrência ao fazê-la chegar a um beco sem saída”.

“Se a Apple surgir com um minitablet de algum tipo, é quase certo que terá outro vencedor que tirará pleno proveito do ecossistema de sua plataforma. Na verdade, a Apple pode continuar a inovar em torno de todo tipo de novos projetos de hardware enquanto integra seu sistema de gerenciamento e distribuição de benesses em novos produtos: TVs de próxima geração, set-top boxes e assim por diante. Ela pode facilmente continuar criando produtos que o consumidor desejará ter e estenderá seu império bem além de onde atualmente está sua impressão digital”, pondera Bajarin.

Fonte: AppleMania

“Atenção Macmaníacos! Vazou a versão beta do MSN 8, com direito a áudio e vídeo!”

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

Desde o começo do ano, na querida Macworld, evento que envolve as maiores novidades no mundo Mac, o MSN 8 já era aguardado.

No próprio evento, a Microsoft permitiu que alguns sortudos dessem uma olhada na nova versão do Messenger, que promete resolver de vez os problemas de áudio e vídeo no MSN, encontrados pelos usuários Mac.

Quem esperava um visual inovado e mais moderno (afinal já se passou tanto tempo desde o lançamento do Messenger 7, no começo de 2008), pode sentar e esperar, pois o design do Messenger 8 não mudou em quase nada!

Áudio e vídeo

Botoes para audio e video no topo.

Que rufem os tambores! O Messenger 8 traz, enfim, o tão esperado recurso de áudio e vídeo. Afinal, quem queria se comunicar com um microfone e com a iSight ou uma webcam qualquer, tinha que se arriscar em territórios estranhos como o Mercury Messenger ou o aMSN, clientes não muito estáveis, diga-se de passagem.

Mas claro, a Microsoft não daria seu braço a torcer assim tão fácil. O recurso foi dado aos usuários Mac, com alguns poréns! A conferência de áudio e vídeo só pode ser realiza com usuários Windows que estejam utilizando a versão 2009 do Windows Live Messenger.

Espera-se que esta condição para o uso de webcam e microfone no Messenger seja apenas uma limitação da versão Beta e que, na versão definitiva (que segundo a Microsoft, deve ser lançada ainda este ano) seja possível realizar chamadas de áudio e vídeo com qualquer usuário do MSN.

Beta

Esta versão para testes não foi oficialmente lançada pela Microsoft, ela apenas vazou na rede, causando grande alarde entre os Macmaníacos que estão roendo as unhas de curiosidade para ver o que a Microsoft aprontou com o tão querido Messenger.

Descarte os outros aplicativos presentes no DMG.

Por ser uma versão BETA, diversos erros podem ser constatados. Ao baixar o arquivo DMG, o usuário observa, além do ícone padrão do Messenger, três outros aplicativos cujos ícones estão em chinês. Descarte-os e utilize apenas o MSN Messenger.?? Ao abrir o arquivo do Messenger, você será guiado por todo um processo de instalação.

Na tela inicial, está dizendo que a versão a ser instalada é a 7, enquanto é, na verdade, a 8 BETA.??O aplicativo serve apenas para que os mais curiosos saibam o que tem de novo no Messenger, já que a versão apresenta diversos erros e não salva informações como imagem pessoal, nick ou histórico de mensagens.

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Mac OS X 10.6: Sobre os softwares incompatíveis

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

O Mac OS X 10.6 Snow Leopard foi desenvolvido para proteger o Mac de alguns softwares incompatíveis que podem ser encerrados inesperadamente ou causar outros problemas no Mac OS X 10.6.

Ao instalar o Snow Leopard ou migrar para ele, os softwares incompatíveis conhecidos são movidos para uma pasta no seu disco rígido chamada Software Incompatível.

O Snow Leopard ainda evita que esses softwares sejam abertos.  Se encontrar a mensagem “Software incompatível” (Incompatible software), entre em contato com o fornecedor do software ou acesse o site para obter uma versão posterior compatível.

Software restringido durante a instalação e a migração

Durante a instalação, o Snow Leopard move os softwares incompatíveis conhecidos para uma pasta na raiz do disco rígido chamada Software Incompatível (Incompatible software). Se encontrar essa pasta no Mac, utilize a tabela abaixo para verificar com o fabricante do software se há atualizações disponíveis compatíveis com o Mac OS X 10.6 Snow Leopard.

Software impedido de abrir

Após a instalação, se você tentar abrir (”inicializar”) o software que é encerrado inesperadamente, o Snow Leopard impedirá que o aplicativo seja aberto e uma caixa de diálogo notificando a incompatibilidade aparecerá. Se encontrar essa caixa de diálogo no Mac, utilize a tabela abaixo para verificar com o fornecedor do software se há atualizações disponíveis compatíveis com o Mac OS X 10.6 Snow Leopard.

Softwares de impressão e digitalização

Durante a instalação, os softwares de impressão e digitalização serão atualizados para versões compatíveis com o Snow Leopard, se essas atualizações estiverem disponíveis. Os softwares incompatíveis poderão ser removidos durante esse processo. Para obter informações sobre os modelos de impressora e scanner compatíveis, consulte este artigo.

Review – Snow Leopard

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

A Apple passou a última década desenvolvendo a linha de sistemas operacionais Mac OS X. Inovação, simplicidade e criatividade fazem parte do software, considerado por muitos o melhor de sua categoria.

A antiga tradição de lançar sistemas operacionais “revolucionários”, inovando a cada projeto, ficou para traz no lançamento do Mac OS X 10.6, também chamado de Snow Leopard. 

Ao invés de acrescentar centenas de novos recursos, a Apple preferiu aprimorar a versão anterior e mirar no futuro. Ela abre caminho para uma nova geração de computadores com processamento em 64 bits, processadores gráficos avançados e grandes volumes de memória. 

O conjunto desses novos recursos, combinados com o baixo preço de atualização faz do Snow Leopard um dos melhores investimentos que os consumidores da Apple poderão fazer desde a primeira versão do Mac OS X 10.1.

Fazendo a atualização

O Snow Leopard poderá ser instalado em qualquer equipamento que tenha um Mac OS X Leopard instalado e tenha sido comprado a partir de outubro de 2007. O preço de atualização para quem comprou um Mac a partir de 8/6 deste ano custa 25 reais, caso contrário, o preço será de 79 reais

O pacote familiar (Snow Leopard Family Pack), com cinco licenças, custará 129 reais e para os usuários de versões mais antigas, como o Tiger, deverão adquirir o chamado Mac Box Set, que traz o iWork ‘09 e iLife ‘09 pelo preço de 449 reais.

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O DVD de atualização do Snow Leopard, além de atualizar o sistema, poderá ser usado para fazer novas instalações. Útil para  o usuário  formatar a máquina futuramente, caso queira. O processo de instalação é o mais rápido da linha Leopard.

Ao optar por uma instalação personalizada, o Snow Leopard irá instalar o driver da impressora automaticamente. Geralmente o mesmo processo causava muita confusão. Assim que o Mac identifica uma nova impressora instalada (na rede ou diretamente no equipamento) ele busca na internet os drivers adequados que serão utilizados para gerenciar a impressora.

No processo de instalação aparecerá a opção da tecnologia Rosetta. Ela serve para compilar o código de alguns programas mais antigos, que rodem em PowerPC, para que funcionem com chips Intel. Ela ocupa poucos megabytes e pode ser uma ferramenta bastante útil.

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Processo de instalação poupa espaço forncendo o driver correto para a impressora

Outra opção que poderá ou não ser instalada é o QuickTime 7. Ele se tornou uma opção pelo fato do Snow Leopard trazer a nova versão QuickTime X (leia mais abaixo).

Um rosto familiar

Não há muita diferença na interface (que já era muito boa) do Snow Leopard para o Leopard. O layout continua praticamente o mesmo, com pequenos ajustes no Dock e no Exposé. 

Quando um control-clique era dado sobre algum item na barra do Dock, aparecia um menu com texto preto em fundo branco. Já no Snow Leopard as cores foram invertidas com um fundo preto transparente.

O novo modo de exibição permite ver o conteúdo das pastas do Dock de maneira muito mais prática. O modo de exibição em grade facilita a visualização do conteúdo das pastas.

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Nova interface do Docks permite visualizar conteúdo de pastas

Quando um aplicativo é minimizado, não é adicionado um novo ícone no canto direito do Dock. O programa ficará junto ao ícone original ao qual pertence.

O mesmo recurso foi adaptado ao Exposé. As janelas minimizadas também aparecem na tela do Exposé como miniaturas na parte inferior da tela. Ao clicar e segurar sobre algum item na barra do Dock, será aberto o Exposé com apenas as janelas pertencentes ao programa usado.

Quase todos os aplicativos do Snow Leopard funcionam em 64 bits. A Apple reescreveu o código do Finder, que também recebeu mudanças. Alguns ícones ficaram relativamente grandes (512×512), mas você pode ajustá-los. E os ícones gigantes também servem como uma prévia de um arquivo em PDF ou mesmo um vídeo. 

A Apple aposta no ganho de desempenho ao tirar proveito de  novos processadores 64 bits, juntamente com a tecnologia Grand Central Dispatch (GPD). Com o GCD, o desempenho dos aplicativos é dividido entre os núcleos do processador e a administração dos tarefas é feita pelo sistema operacional. 


Suporte ao Exchange

A integração com o Microsoft Exchange Server com a Apple aconteceu pela primeira vez na atualização do sistema 2.0 do iPhone. O Exchange passou a sincronizar com o iCal, Mail e Address Book. Quem ganha essa compatibilidade agora é o Snow Leopard.


Mudanças de aplicativos

A Apple fez pequenas mudanças em praticamente todos os aplicativos que acompanham o Mac OS X. Provavelmente as principais delas aconteceram no Preview – programa para visualizar imagens e arquivos PDF.

Nos testes da Macworld, o Preview foi mais rápido que o Adobe Reader. As atualizações do Preview contam com uma melhor seleção de textos (inclusive em documentos com colunas) e com uma barra de anotações para adicionar comentários em determinada parte do texto.

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Há uma série de melhorias no Preview, como seleção de textos em colunas

Vários aplicativos, como o Editor de Textos, Mail e iChat passam a corrigir automaticamente textos escritos com erros de digitação (“nao” para “não”). O painel de preferências do sistema permite que o usuário adicione novos atalhos para ajudar na digitação.

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Aplicativos individuais podem ter a grafia dos textos corrigida automaticamente

O Snow Leopard traz o Safari 4, última versão do navegador. Ele já estava disponível para usuário do Leopard, mas agora ela funcionará em 64 bits. Processos JavaScripts serão consideravelmente acelerados. Os plugins do navegador, como os do Flash, são controlados separadamente, ou seja, caso ocorra alguma falha, o navegador não precisará ser fechado.

QuickTime X

O QuickTime Player foi completamente reestruturado. Mesmo assim, a ferramenta de reprodução de áudio e vídeo carece de algumas funções encontradas em versões anteriores. Quem quiser encontrá-las, pode instalar o QuickTime 7, disponível em instalação separada.

Quando um vídeo é aberto, a nova interface mostra apenas uma barra preta na parte superior para indicar o nome da obra. Os controladores “Reproduzir, Pausar, Parar, Avançar ou Retroceder” aparecem em uma janela flutuante transparente sobre o vídeo quando o mouse passa sobre ele.

A interface tem alguns problemas. Se você executar um filme em tela cheia e fizer uma pequena alteração no volume, por exemplo, todo o menu flutuante aparecerá escurecendo um pouco seu vídeo. Até mesmo quando o ajuste é feito pelo teclado o tal menu aparece para atrapalhar o filme.

O QuickTime X vem também com uma ferramenta básica de edição. Trata-se de uma linha do tempo, semelhante à encontrada no iPhone 3GS, para definir os pontos de início e fim. Em geral, os recursos do QuickTime X são bem mais limitados que a versão QuickTime Pro, na qual é possível exportar vídeos diretamente para o MobileMe ou YouTube.

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QuickTime X oferece recurso de edição básica somado a opções de exportação

O QuickTime Player pode capturar áudio e vídeo com uma webcam integrada, além de fazer captura de telas do Mac em vídeos. Assim é possível filmar, por exemplo, um tutorial sobre um software. Porém, o recurso não funcionou durante um de nossos testes com um MacBook Air.

O Snow Leopard ficou mais inteligente no compartilhamento de arquivos com equipamentos “adomercidos”. Se você tem uma rede de computadores, com AirPort ou Time Capsule, é possível  compartilhar dados com  outro Mac que esteja no modo de espera, encerrar o processo e colocá-lo novamente em hibernação. 


Segurança

No quesito segurança, a Apple incluiu seu primeiro verificador de malwares lançado para a linha Mac OS X. Ele exibe alertas antes que o usuário abra aplicativos suspeitos baixados da internet ou monte monte imagens de discos. Não se compara a um programa de proteção dedicado, mas já é uma camada a mais de segurança.

Mais rápido?

Na maioria das vezes, atualizações incluem novos recursos às custas de maior lentidão no sistema. Mas os programadores trabalharam durante dois anos não só para corrigir bugs e deixá-lo mais bonito, mas para deixá-lo mais rápido.

Nos testes da Macworld, o Snow Leopard superou a velocidade do Leopard na tarefa de fazer backup com o Time Machine (até 32% mais rápido), desligamento, exportação de vídeos no padrão H.264, pré-visualização de arquivos PDF, compactar uma pasta de 2 GB, importar fotos para o iPhoto e deslizar entre as páginas do Pages. 

Conselho de compra da Macworld

O Snow Leopard é o sistema operacional com o menor preço de atualização  dos últimos oito anos da empresa. Há uma coleção de novos detalhes na sua interface além de um importante avanço no seu desempenho. Se você tem um processador 32 bits, a diferença de velocidade será baixa, mas vale lembrar que a atualização libera até 7 GB de espaço no seu disco rígido.

Fonte: MacWorld

Por que não há virus para Mac

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

O fato de o Mac OS X representar uma parcela menor da base mundial instalada de computadores pode explicar porque haveria menos virus para Mac, mas não explica porque não há nenhum.

“Até onde sabemos, não há virus para Mac por aí. Para provar que isso está errado, você só tem que apontar um. Não vale provas de conceito acadêmicas, vulnerabilidades teóricas, worms, cavalos de tróia, spyware, adware, spam ou qualquer outra asquerosa espécie da zoologia do malware”, diz Philip Elmer-DeWitt no blog da revista Fortune.

Segundo ele, eliminando essas espécies, eliminam-se Inqtana-A, iBotNet, MacSweeper e um punhado de outros exemplos de malware para Mac geralmente usados pelos apologistas do PC para nivelar o Mac ao nível deles. Elimina-se também o exploit Pwn2Own, que tanta atenção da mídia ganhou em março por ter permitido a invasão de um Mac em 10 segundos. “Estritamente falando, nenhum deles é virus”, observa Elmer-DeWitt.

“O assunto voltou à tona porque os últimos comerciais da campanha Get a Mac da Apple estão novamente marretando o PC por causa daqueles ‘milhares de virus’ herdeiros dos sistemas operacionais da Microsoft. E isso, em retorno, levou a uma onda de comentários dizendo que (a) o Mac é tão vulnerável quanto o PC e (b) a única coisa que o protege é sua minúscula participação no mercado. Tais idéias, embora amplamente divulgadas na Internet, estão erradas. O fato de o Mac OS X representar [uma parcela menor] da base mundial instalada de computadores pode explicar porque haveria menos virus para Mac, mas não explica porque não há nenhum. Então, qual é a resposta?”, questiona Elmer-DeWitt.

Antes de fornecê-la, Elmer-DeWitt dedica-se a definir o que é virus: executável que se anexa a um programa ou arquivo para disseminar-se de um Mac para outro durante o uso diário normal. Segundo ele, por essa definição, há milhares de virus para PC, um punhado para o Mac OS 9 e nenhum para o Mac OS X.

As razões disso, observa ele, têm sido exaustivamente debatidas por especialistas em segurança, que oferecem algumas explicações. Uma delas ressuscita a bobagem da segurança pela obscuridade. Outra diz que os virus estão saindo de moda dentre os criminosos virtuais, pois a preferência deles está se voltando a cavalos-de-tróia e spyware. E uma terceira é a que mais faz sentido dentre todas:

“O Mac OS X, com seu sistema de arquivos e kernel baseado em Unix, é mais difícil de infectar com um programa autorreplicante (veja MacOS X Vulnerabilities, de Claudiu Dumitru, como referência). O Windows, tal como o entendo, permite ao usuário escrever código executável fora de seu próprio espaço de memória protegida; o Mac OS X não”.

Leia mais no artigo completo de Elmer-DeWitt.

Fonte: http://applemania.info/?p=4660

Baixar video do youtube em 2 clicks no Safari

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

Abra o video:

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De os comandos Command-Option-A

Vai aparecer esta tela:

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Agora é só dar 2 clicks no endereço que esta tendo atividade de transferência.(em azul)

Pronto!!!

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Muito fácil.

Espero que ajude.

Abraços

Snow Leopard é o melhor sistema operacional da atualidade

Author: giordano  //  Category: Dicas e Tutoriais

“A Apple tem outro vencedor com o Mac OS X 10.6, também conhecido como Snow Leopard. Esta versão, que começa a ser vendida nesta sexta-feira, 28 de agosto, é o mais inteligente, robusto e belo sistema operacional para consumidor existente hoje em dia — e vem com as melhores aplicações e utilitários que se pode encontrar”, diz Edward Mendelson no site da revista PCMagazine.

Mendelson conta que testou o Snow Leopard em um MacBook Pro novo, que veio com o novo sistema pré-instalado, e em um Mac mini, no qual fez upgrade a partir do Leopard. “A nova versão parece quase idêntica à anterior: não há nada novo na interface para aprender. Recursos novos foram discretamente embutidos na velha interface, portanto os usuários experientes encontrarão algumas agradáveis surpresas nos menus suspensos, bem como em algumas opções de rede, como suporte ao VPS Cisco. O Snow Leopard também foi notavelmente mais veloz em meus testes. Não pude realizar comparativos formais no pouco tempo em que coloquei minhas mãos no código, mas estamos rodando-o no laboratório neste momento e vamos atualizar este artigo quando obtivermos os números”.

Na opinião dele, o novo sistema não é perfeito, mas é quase. “Foi o primeiro que testei no qual não encontrei nenhum grande problema logo ao sair do forno. (…) Comparado ao Windows 7, o Snow Leopard parece mais coerente, consistente, suave e rápido na maioria das operações que testei. (…) Cada um tem uma opinião diferente sobre como deve ser a aparência de um sistema operacional e acho que o recurso de transparência do Windows 7 (e do Vista) produz bordas de janela ‘embolhadas’ e feias. O Snow Leopard parece bem mais limpo e atraente. (…) Ele funciona melhor que qualquer outro sistema e ainda traz um belo visual como bônus”.

Muito mais detalhes na avaliação completa de Mendelson.

Fonte: MacMagazine