Pense Diferente!

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Posted by giordano on February 8, 2011

Saiba o que é preciso para o iPad substituir o notebook

Cansado de carregar para todo lugar o notebook, principalmente em viagens de negócios? Imagine deixar a máquina em casa e efetuar todas as tarefas corporativas em um fino iPad. Sim, isso é possível. Mas é preciso planejamento, adquirir alguns componentes, utilizar serviços de cloud computing e aplicativos especiais.

Com os aplicativos móveis mais sofisticados e os serviços em nuvem deixando o armazenamento e acesso aos dados mais simples, necessitando somente do acesso à Internet, o iPad passa a ser um forte concorrente do laptop. De fato, o enorme crescimento do tablet nas empresas faz algumas pessoas imaginarem se o dispositivo da Apple pode ou não substituir os laptops no futuro.

Vale destacar que determinadas pessoas ainda precisam de softwares pesados rodando em laptops poderosíssimos, livres dos limites da computação em nuvem. Sendo assim, caso seja um usuário que trabalha com esses programas que processam grandes quantidades de informações ou exigem trocas imensas de dados em cache, este artigo não será de grande ajuda.

Porém, para o resto dos mortais, é possível trabalhar com o iPad, pelo menos por um bom tempo. Há maneiras de contornar as limitações do tablet e “trabalhar com o conceito de que qualquer coisa que queira fazer, consegue efetuá-la no iPad”, como disse Andy Ihnatko, colunista de tecnologia do Chicago Sun-Times e escritor. Muitas das dicas aqui presentes foram conselhos dados por ele durante a Macworld 2011, evento realizado nos Estados Unidos no final de janeiro.

1. Escolha o Hardware correto
Para iniciantes, é preciso um bom case para que o iPad suporte diversas condições de trabalho. A capa deve ser fina e leve para manter o perfil mais delicado do tablet, caso contrário, leve o notebook, certo?

É muito importante que o case forneça algum tipo de apoio ao iPad para que ele tenha diversos ângulos. Muitas capas possuem somente um único ângulo, o que pode se tornar um problema quando a iluminação da sala ofusca a tela do aparelho e não é possível ajustar para outra posição. Isso também não funciona muito bem, por exemplo, em um avião, quando a pessoa sentada à frente deita a cadeira para trás. Um produto recomendado é o foldIO da Scosche (50 dólares), que possui muitas posições disponíveis, incluindo uma que melhora a digitação no teclado virtual.

Isso nos leva a outro item de hardware: um teclado físico, visto que muitas pessoas digitam mais rápido nesse tipo de acessório  do que na versão virtual. Caso precise editar ou criar conteúdo na estrada – mais do que um e-mail ou uma anotação – um teclado físico é uma boa pedida.

Alguns cases possuem teclados integrados, mas geralmente são menores, para caber na largura do case. Não se sinta constrangido em adquirir um teclado Wireless da Apple (230 reais), que é do mesmo tamanho que o teclado do MacBook. O teclado sem fio da Apple, que funciona com duas pilhas AA, não é conectado ao iPad ou ao case, e pode ser ajustado de acordo com a distância e ângulo do tablet.

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Contudo, o teclado wireless da Apple possui três pontos negativos. Primeiro, não é possível digitar com o teclado no colo, porque o usuário também estará segurando o iPad; nessa situação, é necessário utilizar o teclado virtual. Em seguida, o outro problema é que o teclado não vem com um case protetor para transporte.

Por fim, o botão para ligar o periférico com frequência é apertado acidentalmente quando é transportado em uma mochila ou pasta, e, com isso, envia um sinal para o iPad ligar. Não é nada interessante chegar ao destino e descobrir que o iPad está totalmente sem bateria. Para resolver esse problema, uma dica é desligar o Bluetooth do tablet durante o trajeto.

Outras opções de hardware dependem das necessidades de cada usuários: Apple Camera Connection Kit (109 reais)  para transferir imagens e gravações de voz e um Adaptador VGA para iPad (109 reais) para apresentações de vídeo.

Outra opção é o iPad Keyboard Dock. Ele é confortável, mas pesado (mais de 600 gramas). Reúne o teclado tradicional, com uma base de sincronização. Custa US$ 70.

2. Mova seus dados para o iPad e vice-versa
Uma das maiores reclamações sobre o iPad é o desafio de transferir informações de um PC para o dispositivo e vice-versa. O tablet não é um sistema de arquivos aberto; não é possível simplesmente copiar arquivos para ele, como é feito com um pendrive, por exemplo.

A maioria das pessoa acaba enviando os arquivos para si mesmas via e-mail, e abrindo os documentos com um aplicativo. Isso significa que é preciso saber quais arquivos estarão funcionando antes de colocar o pé na estrada, assim como se o iPad conseguirá abrir esses arquivos e trabalhar com eles. A transferência de documentos do PC pode ser feita também utilizando o iTunes. 

O problema é que a falta de planejamento pode resultar na falta de alguns arquivos importantes, esquecidos no computador de casa. A melhor maneira de transferir as informações para dentro e fora do iPad é com serviços de armazenamento em nuvem, e um dos mais populares é o Dropbox. “O armazenamento em nuvem absolutamente transforma o iPad, encurtando as distâncias entre o desktop e o tablet”, afirma Ihnatko. 

O Dropbox é basicamente uma pasta de arquivos gratuita na Internet, que aparece como um aplicativo no iPad e no computador. É possível acessar os arquivos de qualquer dispositivo que esteja com o Dropbox ativado; os documentos são sincronizados imediatamente para a mesma conta do serviço, além da possibilidade de permitir que outros usuários do serviço tenham acesso aos documentos.

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Para usuários que dependem de programas mais pesados, o iPad não é uma opção 


3. Conheça as limitações dos aplicativos corporativos
Enviar os arquivos para sua conta no Dropbox não é de utilidade nenhuma a não ser que haja um aplicativo no iPad capaz de abri-lo. O app deve também permitir que o usuário edite esses documentos. Uma opção é oQuickOffice Connect (15 dólares), que possibilita abrir e trabalhar com arquivos do Microsoft Word, planilhas do Excel e slides do PowerPoint. Esse aplicativo é integrado com vários serviços de armazenamento em nuvem, inclusive Dropbox. 

Infelizmente, os apps para iPad são muito simplificados; a falta da riqueza dos softwares para desktop pode trazer problemas na estrada. O QuickOffice, por exemplo, não suporta o recurso de controle de alterações. Ao trabalhar nos arquivos de fato, alguns usuários podem ficar frustrados com a ausência de sobreposição de janelas no iPad. Ao trabalhar com slides ou um documento, algumas pessoas fazem pesquisas na Internet ao mesmo tempo, alternando entre o arquivo e o navegador. O tablet, contudo, exibe somente uma janela por vez. 

Conclusão: o iPad funciona no trabalho?
Talvez o maior desafio enfrentado por aqueles que utilizam o iPad no trabalho é na hora de imprimir os documentos.  A Apple recentemente adicionou o AirPrint, que permite imprimir via wireless desde fotos até e-mails, tudo a partir do iPad – contudo, está disponível somente para um modelo de impressora da HP. Grande parte das empresas não possui necessariamente esse equipamento ainda, logo, caso precise imprimir uma grande quantidade de material, leve o laptop. 

É importante entender as limitações do iPad e o planejamento necessário para usá-lo em viagens de trabalho antes de propriamente aposentar o notebook. Usuários que dependem muito do computador, de programas e aplicações complexas ou imprimem documentos com muita frequência não se aplicam a esse grupo.

Por outro lado, o hardware da Apple e os serviços de armazenagem em nuvem fazem do iPad uma alternativa sólida para o notebook de muitas pessoas. Principalmente em viagem. Ele está sempre pronto para o uso. Basta retirá-lo da pasta e começar a trabalhar em um instante, graças a sua característica de estar sempre ligado. E, mais importante, evita “sessões de massagem”, pois não é preciso carregar um equipamento pesado nas costas o dia inteiro.

Fonte: MacWorldBrasil

Posted by giordano on January 28, 2011

Viber faz chamadas gratuitas de VoIP entre iPhones, sem “sugar” a bateria

O Viber um aplicativo gratuito de voz sobre IP (VoIP) para o iPhone que permite realizar chamadas tanto via rede 3G como Wi-Fi entre dois aparelhos, que tenham o aplicativo. O que o destaca em relação aos outros aplicativos é a sua integração com iOS.

A ideia dos desenvolvedores é que, no fim das contas, você descarte o aplicativo Telefone nativo do iPhone e passe a utilizar apenas o Viber para todas as suas chamadas, por meio de um sistema inteligente: se o seu contato tem o Viber, a ligação é VoIP; se ele não tem, a ligação é feita do modo tradicional, via rede celular.

Interface
Fora a cor, a interface do Viber é praticamente a mesma do aplicativo Telefone. As abas Favoritos e Recentes possuem as exatamente mesmas funções do app nativo. Já a aba Contatos possui uma pequena diferença: ela mostra todos os contatos e possui um botão para filtrar e mostrar apenas aqueles que possuem um iPhone com o Viber instalado e podem receber chamadas de VoIP.

A última aba, Mais, traz informações sobre o aplicativo e políticas de privacidade, uma opção para convidar amigos, compartilhar via Facebook ou Twitter.

Um trunfo sobre o Skype
Antes de falarmos sobre a qualidade, é importante dizer que a principal vantagem do Viber é que ele se integra com o sistema de notificações do iOS: você não precisa abrir o aplicativo para receber uma chamada de voz.

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Interface é identica à do aplicativo Telefone; filtro na aba de contatos mostra só quem tem o Viber

Essa integração é similar ao FaceTime: se alguém te ligar via Viber e seu aplicativo estiver fechado, uma notificação avisa que alguém está ligando e o celular toca como se fosse uma chamada comum, com um toque específico do aplicativo. Ao aceitar, o Viber é carregado e a chamada é atendida.

Isso significa que ele não gasta bateria extra, ao contrário do Skype, que precisa ficar conectado à sua rede em segundo plano, para receber ligações.

Qualidade das ligações em conexões Wi-Fi e 3G
As chamadas de voz feitas pelo Viber possuem uma qualidade surpreendentemente boa, muito superior à das operadoras móveis nacionais, com as quais estamos acostumados. Mas tudo depende, é claro, da qualidade da sua conexão: via Wi-Fi, não tivemos problema, as chamadas funcionaram perfeitamente.

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Chamadas são atendidas por meio de uma notificação

Agora, quando falamos de 3G, a história é outra. Antes de mais nada, vale salientar que tudo varia de acordo com a velocidade da sua conexão 3G e a força do sinal. Com uma conexão boa em local de boa recepção, a qualidade ficará no máximo. Mas se você tiver o plano mais básico e o sinal estiver baixo, a ligação vai acabar caindo. Quando isso acontece, o Viber já mostra opções para ligar novamente ou tentar realizar a chamada via rede celular.

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Indicador mostra a qualidade da chamada. Se ela cair, é possíevl alternar para a rede celular

Fizemos vários testes e, em ambiente  aberto, as ligações via 3G funcionaram normalmente. O problema foi quando tentamos ligar dentro do prédio da nossa redação – como o sinal não é lá essas coisas, a ligação ficou com a qualidade um pouco menor do que via Wi-Fi e caiu algumas vezes.
Uma atualização recente do aplicativo adiciona um ícone que sinaliza a qualidade da chamada, que alterna entre as cores vermelho, amarelo e verde.

Conclusão
O Viber é o tipo de aplicativo que já deveria vir com o iPhone – chamadas VoiP integradas ao iOS sem pagar mais nada, bem como o FaceTime. Na verdade, muitas pessoas usam o FaceTime quando estão em redes Wi-Fi para não gastar com voz.

Vale lembrar também que a empresa já está desenvolvendo uma versão para Android e promete adicionar suporte para envio e recebimento de mensagens de texto. O Viber é gratuito e está disponível na App Store.

Fonte: Macworld Brasil

Posted by giordano on January 26, 2011

Saiba como ativar gratuitamente o serviço ‘Buscar Meu iPhone’ no seu aparelho

Desde o lançamento do iOS 4.2.1, já é sabido que a Apple liberou a função Buscar Meu iPhone de graça para quem possui aparelhos lançados em 2010 (iPhone 4, iPod touch 4g e iPad).

Mas nem todo mundo sabe como configurar seu aparelho ou que pode associá-lo a sua conta da App Store já existente para usar o serviço. Veja aqui como fazer.

A função, que antes era disponível apenas para quem assinava o serviço MobileMe (pacote completo de serviços com sincronização automática de contatos, notas, emails e calendários, além de fotos e espaço em disco, por R$229 anuais), permite saber onde o aparelho se encontra geograficamente, além de possibilitar a exibição mensagens de alerta e até mesmo apagar todo o conteúdo, remotamente. Isso é ideal em caso de perda e até mesmo de roubo, como já aconteceu no Brasil e nos Estados Unidos.

A Apple, provavelmente por questões comerciais, limitou a inscrição no serviço apenas para os novos aparelhos, mas quem possui dispositivos antigos pode se inscrever no iPad ou iPhone 4 de algum amigo e depois usar a conta normalmente no seu iPhone 3GS ou iPod touch 2g, por exemplo.

Para habilitar o Buscar Meu iPhone (ou iPad ou iPod) no seu aparelho vá em Ajustes, no menu Mail, Contatos, Calendários e adicione uma nova conta.

Escolha a opção MobileMe.

No espaço para o ID Apple você pode usar o mesmo que aquele da conta da App Store, usado para baixar aplicativos. Não importa de que país, qualquer um funciona. Se você não tiver nenhuma conta, pode criar uma gratuita direto no aparelho.

Depois de confirmar os termos de compromisso habituais, ele pergunta se você permite que o aparelho use a localização do seu dispositivo. Ela é feita através do GPS ou da triangulação das antenas de celular/Wi-Fi. O serviço utiliza obrigatoriamente a internet para enviar as informações para o site central, ou seja, se você perder em um lugar onde não tem internet ou se o aparelho ficar desligado, não há como localizá-lo.

Depois disso, seu aparelho está registrado e já pode ser visualizado em um mapa no site me.com ou em outro iPhone ou iPad com o uso do aplicativo dedicado.

Neste ponto, além de saber exatamente (ou aproximadamente, em regiões de fraca cobertura de GPS ou triangulação de antenas) onde seu aparelho está, você ainda pode enviar avisos para ele, bloqueá-lo com um código ou até mesmo apagar de longe todo o seu conteúdo, caso perca as esperanças de reavê-lo. Mas isso deve ser feito em último caso, pois depois disso não será mais possível localizá-lo.

O serviço é gratuito apenas para quem tem o iOS 4.2.1 ou posterior instalado em seu aparelho.

É comum muitos usuários que têm seu iPhone roubado nos procurarem para saber se o serviço pode ser ativado após o roubo. Infelizmente não, é preciso ativá-lo antes.

Fonte: Blog do iPhone

Posted by giordano on December 22, 2010

Compartilhamento de impressoras Mac x Windows 7

No Windows 7 (PC)

Acesse o painel de controle

Acesse Programas

Clique em Ativar ou desativar recursos do Windows

Procure por Serviços de Impressão e habilite o serviço LDP

Confira se a impressora está compartilhada


No Mac


Vá em “Preferências do Sistema – Impressoras e Fax”
Clique no (+) para adicionar uma nova impressora
Clique com o botão direito na barra de ferramentas para customizá-la e adicione o botão “Avançado”
Clique neste botão recém adicionado.
No campo Tipo selecione Windows
Na URL digite smb://IPserver/PrinterShareName . Para exemplificar, ficou smb://192.168.0.11/hp
* Dê preferência por usar o IP mesmo
Selecione no campo “Imprimir Usando” e procure o driver da sua impressora, seja ele Gutenprint ou o original fornecido pelo fabricante.
Clique em “Adicionar”

Posted by giordano on December 22, 2010

Comprando um iTunes Gift Card, via Maximus Cards.

Olá leitores, hoje vou indicar uma opção de site para vocês, para realizar compras de Gift Cards, da iTunes Storeamericana.

O método que vou mostrar para vocês, é de um site americano que vende os Gift Cards e envia por e-mail, assim o processo não dura nem 5 minutos.


A solução apresentada é o site americano Maximus Cards.

Para comprar basta você tem um cartão de crédito (pode ser brasileiro) associado ao PayPal ou ao Google Checkout. O processo é simples, basta escolher o valor do cartão desejado e, depois, inserir a os dados da sua conta do PayPal/Google Checkout e vale lembrar, o e-mail de login, seja no PayPal ou no Google Checkout serão os mesmos e-mails na qual eles enviarão seu promocode para validação no iTunes.

Após a compra, o seu código chegará no seu e-mail e basta validar o código na sua conta americana.

O iPod School testou o metódo, realizando uma compra de um iTunes Gift Card, no valor de $15.

Tiramos nossas conclusões em relação ao tempo: o processo para associar o cartão de crédito ao PayPal demorou 1~2 dias, método de pagamento utilizado por nós, e para receber o promocode demorou 5 minutos após a compra no site.

O porquê de comprar um Gift Card.

O Gift Card é uma alternativa para quem não possui um cartão de crédito internacional e assim se limita a aplicativos de graça. Essa limitação não agrada os consumidores de gadgets da Apple e fazem que abusem do jailbreak para terem aplicativos crackeados, o que isso é horrivel tanto para o consumidor quanto para quem desenvolve.

Eu acredito que o grande problema não sejam meros 2 reais ou qualquer que seja o preço, e sim a comodidade. Graças ao jailbreak, packages como o AppSync desvalorizam o trabalho de um desenvolvedor e quem sabe desenvolver e/ou tem o interesse, sabe que realizar isto não é nada fácil.

Seria esse o maior porquê. Não entenda isso como ‘gastar’ e sim valorizar o trabalho do outro: vocês sentirão falta, quando grandes desenvolvedores, inclusive brasileiros como Renato Pessanha, Felipe Oliveira, Eduardo Scoz e dentre muitos outros, migrarem da App Store

Fonte: iPod School

Posted by giordano on December 21, 2010

Bancos de dados no iPad

Bento e HanDBase para iPad

Bento e HanDBase para iPad

O iPad é um aparelho que merece ser utilizado muito mais nas tarefas do dia-a-dia do que apenas consultar e-mails e navegar na Internet. Um dos recursos que possíveis para ele é gerenciar pequenos bancos de dados. Duas belas opções para isso são o HanDBase e o Bento. Em ambos é possível criarmos nossos próprios bancos para catalogar, por exemplo, a coleção de vídeos/DVD, estoque de alguma loja, despesas do dia-a-dia, dados de projetos, inventário… enfim, tudo o que for preciso de um banco.

O Bento é mais barato que o HanDBase, custa apenas $4.99 e conta com um belo visual que imita uma agenda. Ele é “sincronizável” com Mac e também com iPhone. Uma ótima opção para quem trabalha com o sistema da Apple.

Já o HanDBase é uma opção para quem fica no lado da Microsoft, apesar de também poder ser sincronizado com seu aplicativo para Mac. Este custa $9.99 na iTunes.

O HanDBase, mesmo este sendo mais caro. Primeiro porque me pareceu uma solução mais poderosa, segundo por que ele também possui aplicativos para smartphones de outras marcas, e também para computadores, tornado-o assim uma opção mais maleável. Assim fica mais fácil manter meus bancos sincronizados e compartilhados entre meus aparelhos. O Bento até possui versões para iPhone e Mac, mas se você utiliza outro sistema para seu computador ou outro smartphone ficará sem opções.

Fonte: Blog iPad

Posted by giordano on December 21, 2010

Veja o que aconteceu em 2010 com a Apple

Este ano com certeza foi um dos melhores da história da Apple. Não só a empresa consolidou sua posição no mercado de smartphones com o iPhone 4 (apesar do alegado problema com a antena externa do telefone), como “criou” um novo nicho com o lançamento do iPad, que vendeu nada menos que 3 milhões de unidade em 80 dias e fez com que as concorrentes iniciassem uma verdadeira corrida para tentar alcançar a “maçã”.

Além disso, a companhia de Steve Jobs registrou o melhor resultado financeiro de sua história, com receitas de quase 16 bilhões de dólares em um trimestre, e valorização de suas ações na bolsa de valores.

Posted by giordano on December 21, 2010

Apple lança ferramenta para desenvolvedores produzirem suas próprias iAds

A Apple disponibilizou para todos os desenvolvedores registrados no iOS Dev Program, uma nova ferramenta que permite a realização de publicidades interativas, chamada iAd Producer. Até então, apenas a equipe da Apple podia realizar esse tipo de propaganda.

Com o programa (que roda somente em Macs, como todo o SDK do iOS) facilita muito a produção de banners publicitários que se transformam em peças interativas sem precisar que o usuário saia do aplicativo.

A ferramenta possui toda uma biblioteca de componentes gráficos necessários para os diversos tipos de iAds. Os banners usam HTML5, CSS3 e Javascript.

Mesmo cada desenvolvedor sendo capaz de realizar suas próprias criações, apenas a Apple tem o poder de aprová-las e distribuí-las. Porém, isso deve agilizar bastante o processo de desenvolvimento dos iAds, aumentando ainda mais as opções de anunciantes.

Fonte: Blog do iPhone

Posted by giordano on December 20, 2010

O que você precisa saber antes de adquirir um iPhone

Com as festas de final de ano cada vez mais próximas, preparamos um pequeno guia de compras para quem está interessado em adquirir produtos da Apple. Depois dos iPods, Macs e do recém-chegado iPad (ao Brasil), chegou a vez daquele que talvez seja o produto mais desejado da “maçã”: o iPhone. Confira questões importantes de adquirir um.

Preços

Atualmente, é possível encontrar os dois modelos mais recentes do smartphone da Apple no País: 3GS e 4. Lançado no último mês de setembro no Brasil, o iPhone 4 está disponível em duas capacidades de armazenamento: 16 GB e 32 GB. Como são vendidos exclusivamente pelas operadoras de telefonia, os preços variam de acordo com os planos de dados adquiridos junto com o aparelho (com valores entre 339 reais a 2.159 reais, por exemplo). Para quem quer comprar um modelo pré–pago, os valores estão na faixa de 1.799 reais para a menor capacidade e 2.099 para o dobro.

Segundo a assessoria da Apple Brasil, atualmente só é comercializada a versão de 8 GB do iPhone 3GS. Porém, a TIM afirma comercializar também os modelos de 16 GB e 32GB, que também aparecem como disponíveis no site da Vivo (com preços de 1.299 e 1.599 reais, respectivamente, no plano Vivo iPhone 60). A Claro também afirma comercializar os três modelos do aparelho: 8 GB (R$1.499), 16 GB (R$1.599) e 32 GB (R$1.699) no modo pré-pago. Já na modalidade pós-paga, os valroes ficam entre 175 reais e 1.399 reais, de acordo com o aparelho e plano escolhido.

Vale a pena comprar no exterior?

Muita gente fica tentado a trazer um iPhone em viagens ao exterior, mas é preciso ficar atento a algumas questões. Nos Estados Unidos o iPhone 4 custa 199 e 299 dólares (16 GB e 32 GB, respectivamente). Mas esse preço é para quem vai fazer um plano de dois anos da AT&T, com pagamento mensal pelo serviço. Como você não vai usar esse serviço no Brasil, a opção seria comprar o aparelho sem subsídio. Mas aí fica bem mais caro: 599 e 699 dólares, respectivamente.

E antes de comprar o celular, veja se a operadora do país no qual você pretende fazer a aquisição vende o aparelho desbloqueado. Os iPhones 4 vendidos nos Estados Unidos são bloqueados para funcionar com a AT&T. Dependendo do país que você comprar o aparelho, será necessário fazer o jailbreak e o desbloqueio de operadora, processos que não são muito fáceis para usuários iniciantes. Em alguns casos, como dos aparelhos adquiridos na França, é só colocar o cartão adequado e sair falando no Brasil.

Ou seja, antes de comprar o aparelho em outro país, faça as contas e pense nas questões associadas, como bloqueio de operadora.

iPhone não roda Flash

Steve Jobs, CEO da Apple, não gosta do formato Flash, da Adobe, por afirmar que ele é inseguro e prejudica a duração de bateria do aparelho. Resultado: esse formato, amplamente utilizado na Internet, não é exibido nos iPhones, iPods ou iPads. Com isso, vários sites e conteúdos como vídeos simplesmente não rodam no smartphone. Se essa questão é importante para você, vale avaliar a compra de um celular com Android, que suporta Flash.

iPhone 4 foi lançado no último mês de setembro no Brasil

iPhone 4 x 3GS

Vale lembrar que o iPhone 4, apresentado e lançado em junho nos EUA, traz diversas melhorias em relação ao modelo anterior, como Tela Retina (de alta resolução), processador A4 (de 1Ghz, o mesmo do iPad), câmera frontal para videochamadas, giroscópio, câmera fotográfica melhor, adição de flash, entre outras. A diferença de preços em relação ao 3GS não costuma ser muito grande, por isso pode valer a pena investir no modelo mais novo do aparelho.

Com resolução de 960×640 pixels, a Tela Retina torna o iPhone 4 uma excelente central de mídia, tendo ótimo desempenho para rodar jogos e filmes em alta definição por exemplo.

O design das duas gerações de aparelhos também é diferente, com o iPhone 4 tendo as bordas mais quadradas, dois painéis de vidro (o que o torna mais escorregadio) e a polêmica antena externa, que gerou reclamações de usuários que acusavam perda de sinal do aparelho ao segurar o aparelho de determinada maneira. A Apple admitiu o problema e inclusive distribuiu (não no Brasil) cases gratuitos, que ajudavam a amenizar o problema. Apesar disso, a companhia anunciou que esse é o seu aparelho de maior sucesso, com 1,7 milhão de unidades vendidas apenas nos três primeiros dias de lançamento.

Vale lembrar que o iPhone 4, assim como o iPad, utiliza chips micro-SIM, em vez do mini-SIM, padrão no mercado brasileiro, mas já é possível encontrar esse tipo de chip no Brasil.

iPhone 3GS continua à venda no Brasil

iPhone 4 x iPod Touch 4G

Apesar de ser chamado de “iPhone 4 sem telefone”, a ausência de ligações telefônicas não é o único recurso ausente no tocador. A Tela Retina e as câmeras do novo Touch possuem qualidade inferior aos recursos do iPhone 4. Além disso, o principal diferencial do telefone é a opção de planos 3G para se acessar a Internet de qualquer ponto com cobertura.

As vantagens ficam por conta do preço “cheio” mais em conta: o modelo de 8GB do novo Touch sai por 749 reais. E como o tocador só possui conexão web via-Wi-Fi não há necessidade de pagar planos de dados mensais (que possuem custos altos no Brasil).

Recomendamos que o consumidor sempre teste o aparelho desejado antes de se decidir por levá-lo para casa, seja na loja da operadora ou com o produto de um amigo ou conhecido. Boas compras!

Fonte: Macworld Brasil

Posted by giordano on December 13, 2010

Netbook ou iPad?

iPad

Para as principais tarefas do dia a dia:

  • Navegação web
  • Posts no blog
  • Respostas aos comentários deixados no blog
  • Troca de e-mails
  • Atualização de dados de agenda de compromisso/contatos
  • Mensagens no Twitter/Facebook/Buzz
  • Gerenciamento financeiro
  • Assistir à vídeos no YouTube
  • Edição de textos e planilhas eletrônicas
  • Downloads de músicas e podcasts
  • Anotações durante reunião de trabalho
  • Leitura de notícias diversas
  • Desenvolvimento de sistemas
  • Tratamento de imagens
  • Gerenciamento de arquivos

O iPad se saiu bem em quase tudo isso, com algumas ressalvas. A listagem acima reflete o meu uso para um netbook, e isso com toda certeza será diferente para cada um de vocês. Não o utilizo para trabalho, pois para este fim necessito de um equipamento mais parrudo e com maior poder de processamento. Então não tentei utilizar o tablet para isto.

Bom, como a pergunta principal deste teste era se é possível substituir um netbook por um iPad, não vou ficar embromando dizendo que depende. Prefiro apontar o que testei e dizer no que foi possível ou não deixar o netbook de lado em prol do iPad.

Substituiu bem:
Navegação web, troca de e-mails, assistir vídeos, ler livros/revistas, agenda… Tudo isso já foi mais do que demonstrado em propagandas da Apple e em reviews por ai. Apenas confirmo que nisso o iPad não é apenas melhor, mas muito melhor que um netbook. Além de ser bem mais prático de manusear, sua velocidade de processamento e autonomia de bateria deixa qualquer netbook comendo poeira.

Também conseguiu se sair bem melhor para leitura de notícias, anotações de trabalho, gerenciamento financeiro e edição de documentos e planilhas. Mas para tudo isso tive que instalar alguns aplicativos, nem todos gratuitos. Outro dia comento sobre cada um destes programas.

É igual em:
Para os outros usos que faço com o netbook ele deu conta sim, mas como falei antes, existem algumas limitações. Por exemplo gerenciar o blog. Posts simples, aprovação de comentários, respostas a estes, instalação e testes de plugins no wordpress… Tudo foi bem, não foi nem melhor nem pior do que eu faria com um netbook.

Não substitui:
Como falei antes, o iPad conseguiu substituir o netbook em quase tudo, algumas tarefas ele não deu conta. Por exemplo: Desenvolvimento de sistemas, tratamento de imagens e gerenciamento de arquivos. Como ele é voltado para um uso não corporativo, este tipo de funcionalidade deixa a desejar. Mas isso é meio que fora do foco da Apple mesmo, principalmente para os dispositivos que ela tem ao redor dos seus computadores (iPod, iPad, iPhone…). Até existem alguns bons aplicativos para edição de imagem, mas além destes serem mais caros (os melhores) não contam com alguns dos recursos que preciso para o tipo de edição que faço.

Observações:
Mesmo não sendo multitarefa ele conseguiu suprir as minhas principais necessidades de uso. Aliás, este é um ponto que merece destaque. Quem já me viu trabalhar sabe que não sou uma pessoa que fica muito tempo em apenas uma atividade, sempre tenho mil abas abertas no navegador, cliente de e-mail aberto, instant messenger, editor de código, editor de texto, banco de dados, player de música… É correto trabalhar assim? Alguns diriam que não, mas é como faço e para mim funciona bem. Mas com o iPad a coisa é diferente. Consegui ganhar agilidade ao realizar uma tarefa de cada vez.

O iPad é um nicho um pouco diferente do que hoje são os netbooks. Estes, à grosso modo, vieram para dar mais mobilidade ao que se faz com um notebook, mas no fundo no fundo fazem o mesmo que seus irmãos maiores (notebooks). O iPad não, ele veio para ser um meio termo entre smartphones e notebooks. Se seu foco for um equipamento mais voltado para produtividade e criação, um netbook resolve, mas se precisa de algo de uso mais rápido, algo que te dê quase a mesma mobilidade de um smartphone, mas com uma tela maior e mais confortável o iPad (ou qualquer outro tablet do tipo) resolvem.

Conclusão:
Como em meus (raros) momentos de descanso continuo sempre de olho no que acontece na web, no Twitter, em notícias sobre tecnologia e em meus e-mails, meus outros aparelhos não conseguiam parar quieto. Com este novo tablet consegui concentrar tudo em um só brinquedinho e focar melhor o uso de cada um dos outros.

Para uso pessoal (não profissional), em casa utilizo mais o iPad agora, na rua vou de smarphone e o netbook fica para edições de e-books, tratamento de imagens, gravação de DVDs com auxílio de uma gravador externa, desenvolvimento de sistemas e o que mais precisar de mais “poder de fogo”.

Minha agenda de contatos, de tarefas e notas por enquanto fica sincronizada entre meu smartphone, netbook e iPad via Outlook.

Editoração de conteúdos e anotações para futuros posts consigo alternar bem entre meus equipamento via Evernote. Links para futuras leituras também fica fácil de gerenciar via Read it Later. Assim, minhas tarefas ficam flutuando tranquilamente entre meus “brinquedinhos” e eu não preciso me preocupar muito em qual deles escolher. Basta pegar o que se encaixa melhor no ambiente onde eu estiver.

Fonte: Blog iPad